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quinta-feira, 22 de março de 2012

Justiniano


Justiniano
Flávio Pedro Sabácio Justiniano I também conhecido como Justiniano, o Grande, nasceu em 669 em Tauresium na actual Macedónia, numa familia pobre, sendo depois adotado pelo tio Justino, ex-guarda que iria reinar o Império Bizantino.
Foi ainda jovem para Constantinopla. Quando Justino I se torna imperador, em 518, o seu sobrinho já exerce grande influência sobre ele. Justiniano estuda direito, retórica e teologia e, em 518, começa a participar na vida política como patrício e cônsul. Recebe o título de César em 525 e, em 527 e é proclamado imperador. No mesmo ano, casa-se com a atriz Teodora, filha de um tratador de ursos. A mulher tinha um papel importante no seu governo, aconselhando o imperador até nas questões militares.
Justiniano era inteligente , politicamente hábil, ambicioso e autoritário, era chamado pelos súditos de "o imperador que nunca dorme".  Entre 527 e 540 lança-se no projeto de restauração e unificação do Império Romano.Para recuperar a grandeza do antigo império, estimula a indústria, o comércio e as artes. Faz a revisão e a codificação do Direito Romano no Corpus Juris Civilis, também conhecido como Código Justiniano.
Morre a 4 de Novembro de 711(42 anos) na Constantinopla.
 
Webgrafia:
http://www.algosobre.com.br/biografias/imperador-justiniano.html
Trabalho realizado por:
Mariana Cortes Nº19 7ºA

César Augusto


César Augusto
Foi o Imperador romano (63 a.C.-14 d.C.), Caio Otávio, conhecido como César Augusto, é sobrinho-neto de Júlio César. Encontrava-se na Liria quando soube da morte do seu tio-avô.
Quando volta a Roma fica a saber que foi escolhido sucessor do seu tio. Por causa da oposição por parte do senado, junta-se aos generais Marco António e Lépido e marcha sobre Roma para tomar o poder. Os três derrotam os assassinos de César e formam o segundo Triunvirato.
Em seguida, lutam entre si pelo poder. Lépido morre quando Otávio já tinha vencido Marco António. O Senado atribui-lhe, em 27 a.C., o título de Augusto.
O fato marca o fim da República e o início do Império Romano. Augusto exerce poder absoluto, controlando a política, a religião, a economia e o exército. Pacifica a Gália (França), aumenta o sistema de estradas que ligam o império, desenvolve um eficiente sistema postal, promove livre comércio entre as províncias, constrói pontes e aquedutos e estende o território romano até os rios Reno, Danúbio e Eufrates.
Proclama a paz universal, conhecida como Pax romana. Incentiva a cultura junto com o Mecenato, a literatura floresce com Virgílio, Horácio e Ovídio.
Casa-se duas vezes, mas não deixa herdeiros do sexo masculino. Quando morre, em Nola, recebe a beatificação, o direito de ter um lugar entre os deuses. É sucedido pelo enteado e filho adotivo Tibério.

Webgrafia

Trabalho realizado por:
Ana Catarina Pinela

quarta-feira, 21 de março de 2012

Caracala


Busto de Caracala

Caracala nasceu no ano 188 e a sua terra natal é Gália. Caracala era o filho mais velho de Septímio Severo e da futura imperatriz Julia Domna. Ele foi o sucessor de Septímio Severo. No entanto, na altura em que nasceu, o seu pai ainda era o governador de Gália Lugdunense.
No ano 202 d.C por incumbência de seu pai, o imperador Severo, e da influência de Fúlvio Plaucino promoveu o casamento de Públia Fúlvia com Caracala, mas Caracala recusou pois desconfiava dos objetivos políticos de Plauciano.
A rivalidade entre Caracala e Geta depois da morte de seu pai passou a ódio, apesar de seu pai ter a esperança do entendimento entre eles de forma a que partilhassem o poder, e que pudessem dividir o império passando a ser Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente. Mas o seu ódio eram tão grande que Caracala através de uma armadilha montada mandou matar o irmão e considerá-lo inimigo público pelo Senado.
Caracala tentou caracterizar-se como imperador guerreiro, conforme o conselho do seu pai, Caracala aumentou significativamente o salário dos soldados. Para isso, ele desvalorizou o denarius, diminuindo a quantidade de prata nessa moeda, de maneira a que o poder imperial pudesse cunhar mais moedas para assim conseguir pagar aos seus soldados. Na realidade, Caracala possuía um misto de admiração e temor pelos seus soldados. Por isso, Caracala fez o máximo para angariar a fidelidade deles, além de aumentar o seu salário, o imperador vivia entre os soldados, adotando as mesmas roupas, comendo da mesma comida e usando o mesmo vocabulário, compartilhando mesmo os seus trabalhos braçais.
No reinado de Caracala uma das obras mais importantes foi a construção das Termas de Caracala, a última grande intervenção urbana que Roma sofreu enquanto capital do Império Romano. Um enorme complexo de banhos, bibliotecas e espaços privados.
Caracala extendeu a cidadania romana para todo o homem e mulher livre que vivessem dentro das fronteiras do Império Romano, abrangendo assim a área do fisco romano para todos os seus habitantes. Medida que tornou Caracala extremamente impopular por todas as províncias do Império.
A sua instabilidade mental, o tratamento brutal aos seus adversários e sua política fiscal muito severa, além do tratamento privilegiado por ele concedido aos seus funcionários e aos soldados de carreira, fizeram com que se tornasse odiado. Uma das grandes razões pela qual ficou conhecido foi pelo massacre dos habitantes de Alexandria, que ao saberem que o imperador iria visitar essa cidade, em 215 d.C, alguns habitantes satirizaram a afirmação que Caracala havia matado Geta por autodefesa. Ao saber disso, o imperador enfureceu-se e massacrou mais de vinte mil habitantes em Alexandria.
A ira de Caracala e seu apoio quase incondicional das legiões tornavam-o extremamente temido, ainda que muitas vezes odiado. Apesar de seu esforço em agradar aos soldados, ele não conseguiu agradar a todos, pois um deles aproveitou um momento de fragilidade de Caracala para esfaqueá-lo pelas costas enquanto urinava.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caracala

Trabalho realizado por:
Sandra Malveiro

Viriato


Estátua alusiva a Viriato
Pouco se conhece sobre a vida de Viriato. Não se sabe nada da sua data de nascimento nem o local exacto onde nasceu e a única referência à localização da sua tribo nativa foi feita pelo historiador grego Diodoro da Sicília que afirma que ele era das Tribos Lusitanas que  habitavam do lado do oceano.
Foi pastor e chefe hispânico no século II a. C. Conduziu os Lusitanos, na luta contra os romanos, a partir de 150 a. C. Notável na táctica de guerrilha e admirável chefe-guerreiro, animou os seus guerreiros sob duras condições de vida, vencendo os melhores generais romanos, com retiradas fingidas e conhecimento perfeito do terreno onde lutavam. No séculoII a.C., os Romanos estavam a tentar dominar a Península Ibérica para poderem ter toda a região à volta do Mar Mediterranio sob o seu poder.
Viriato casou com a filha de um importante agricultor da planície, demonstrando conhecer a necessidade de alianças entre as várias populações para fazer frente ao perigo romano. Os Lusitanos homenageavam Viriato com os títulos de Benfeitor, (Grego: evergetes), e Salvador, (Grego: soter), os mesmos títulos honoríficos usados pelos reis da dinastia ptolemaica.
Mas Roma não desistiu de impor a sua autoridade, e quebrou as tréguas, voltando a atacar os povos exaustos e dispersos na Península. Viriato propôs um acordo aos Romanos, comprometendo-se a depôr as armas em troca da garantia de um território. Contudo Roma legou a Servílio Cipião extraordinários poderes. Este comprou dois soldados de Viriato, que
acederam matar o seu chefe. Assim, Viriato foi morto, à traição, enquanto dormia na sua tenda, no ano de 139 a.C.

Webgrafia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Viriathus
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/biografias_1.htm
http://www.esferadoslivros.pt/pdfs/viriato.pdf

Trabalho realizado por:
Frederico Santos

Nero


Nero
Nero foi um Imperador Romano que nasceu em Anzia na actual Itália. Durante o seu Império, Nero mostrou ser um bom administrador, tentou sempre manter as suas províncias em paz com Roma. Mas o Imperador não demonstrou grande interesse em expandir o seu Império.
Muitas das suas decisões eram influenciadas pela sua mãe, Agripina e pelo seu tutor Lúcio Sêneca.
Mas o que marcou verdadeiramente a vida de Nero foi o incêndio que ele mandou fazer em Roma, todos dizem que Nero organizou o incêndio para reconstruir a cidade de Roma a seu gosto. Segundo  Suetônio e Dião Cássio enquanto Roma ardia, Nero cantava e tocava na sua Lira.



Incêncio de Roma
Domus Aurea
 


Contudo após o incêndio Nero abriu as portas do seu palácio ás pessoas que tinham ficado sem lar e organizou uma recolha de fundos para os sobreviventes.
Nero mandou reconstruir a cidade, e além disso um novo palácio conhecido como  “Domus Aurea".

Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Alexandra Santos

Tito Lívio


Tito Lívio

Tito Lívio nasceu em Patavium (atual Pádua), no ano de 59 a.C. e morreu na mesma. Tito Lívio estudou filosofia. Foi um bom escritor, por isso teve uma boa economia. Tito Lívio cresceu durante as guerras civis que assolaram Itália antes e depois da morte de Júlio César, e que terminaram com a vitória de Otávio, futuro imperador Augusto, na batalha de Accio. Talvez esse tenha sido o motivo de Tito Lívio não ter estudado na Grécia, como era comum entre os romanos cultos.
Foi nomeado preceptor do jovem Cláudio, futuro imperador. Apesar disso, manteve-se isolado da política e do círculo de literatos que rodeava o imperador e que incluía Virgílio, Horácio e Ovídio, e, graças a essa independência, pôde expressar suas próprias ideias.
Tito Lívio escreveu algumas obras filósofas compostas por 142 livros dos quais nos chegaram apenas os livros I-IX, XXI-XLV e mais alguns fragmentos.  A parte conhecida são os livros 1 a 10 e 21 a 45 (com grandes lacunas nos livros 40 a 45). Um fragmento do livro 91 foi descoberto em 1772 na biblioteca do Vaticano, contendo aproximadamente mil palavras.
Nos últimos quarenta anos de sua vida dedicou-se à narrativa da História de Roma, desde a sua fundação até o ano de 9 d.C. Contudo, em boa parte da quarta e quinta década de Tito Lívio (ou, seja, dos livros 30 até 45) podemos ver a utilização direta da obra do grego Políbio como fonte, o que nos permite fazer hoje comparações metodológicas importantes a respeito da forma de se escrever história no mundo antigo. Tito Lívio tinha como objetivo na escrita dos livros, moralizá-los.
O título da sua obra conhecida, Ab Urbe Condita, que pode ser traduzido como "Desde a fundação da cidade", deixa claro que o autor pretendia contar a história de Roma desde a sua mítica fundação. A obra está concebida como uma narrativa analítica (ou seja, em "anais"), modelo característico da historiografia romana, sobre seções cronológicas marcadas pelos eventos mais importantes de cada ano, que são usados como pontos de referência e datação. Tito Lívio diz-nos como a falta de documentação anterior a 390 a.C., próxima à época do “sangue de Roma pelos gauleses”, tornou mais imprecisa e insegura a narração dos fatos mais antigos da história da cidade, pelo que se baseou, grande parte, em relatos míticos, como o dos antigos reis.
Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tito_L%C3%ADvio
http://www.infopedia.pt/$tito-livio

Trabalho realizado por:
André Palmeiro nº 5

terça-feira, 20 de março de 2012

Marco Aurélio


Marco Aurélio
Marco Aurélio era filho de Marco Ânio Vero e de Domicia Lucila, nasceu a 26 de abril do ano 121. Aos 17 anos de idade ele foi adoptado pelo tio que se chamava Antonio Pio, imperador na altura. Quando foi adoptado pelo seu tio mudou o seu nome de nascimento, Marco Ânio Catilio Severo, para Marco Aurélio António, e dedicou-se ao estudo da filosofia com Rústico, o Estóico.
Casou-se com Faustina filha de António Pio em 145. Durante os seus 30 anos de casamento nasceram 13 filhos, entre os quais Cómodo que se tornou Imperador após a sua morte, e Lucila que se casou com Lúcio Vero .
Quando António Pio faleceu, no ano de 161, Marco Aurélio subiu ao trono com seu irmão adoptivo, Lúcio Vero. O seu irmão adoptivo foi-lhe leal até ao ano de 169 que foi o ano em que faleceu. Marco Aurélio, aplicou no império ensinamentos filosóficos, que concretizou numa mais ampla e generosa interpretação do direito Romano, reduziu os impostos aos pobres, ampliou os direitos dos escravos. Só saiu da sua trajectória humanitária com as perseguições aos cristãos, que considerava inimigos naturais do Império.
Em 167/168 derrotou os marcomanos, que aniquilou na passagem do Danúbio em 173 e venceu os quadros em 174 na famosa vitória da "Legião Trovão". Invadiu a Germânia e foi chamado à Síria, onde Avídio Clássio se tinha proclamado imperador. Morto este e pacificada a Síria voltou em 176 a Roma, onde foi aclamado em triunfo. O ano 177 ficou assinalado por uma perseguição aos cristãos.
Morreu em 17 de março, no ano de 180, possivelmente de peste, durante uma expedição contra os Marcomanos, que cercavam Vindobona atual Viena. As suas cinzas foram trazidas para Roma e depositadas no mausoléu de Adriano. Tornaram-no um Deus depois de morto.
Seu filho e sucessor, Cómodo, ergueu, para nunca mais se esquecer a sua memória, um monumento que se encontra na Piazza Colonna de Roma. A sua obra "Reflexões e meditações" colocou-o entre os principais filósofos estóicos.

Bibliografia/Webgrafia:
Grande Enciclopédia Universal, editora Durclub, S.A.
pt.wikipédia.org

Trabalho realizado por:
Alexendre Pereira

domingo, 18 de março de 2012

Trajano

Império Romano
Marco Ulpio Trajano, nasceu a 18 de Setembro de 53 d.C., em Itália, na Bética, no sul de Hispânia, filho de Márcia e Marco Ulpio Trajano (governador primeiro da Síria e depois da Ásia, na época de Vespasiano).
Trajano foi o imperador sob o qual o Império Romano atingiu a sua máxima extensão, abrindo o caminho para uma nova era, onde os horizontes da participação cidadã Romana nos altos escalões do Império passaram a ser mais abrangentes, devido ao fato de não ser natural de Roma. O seu reinado foi de 98 a 117 D.C. .
Estátua de Trajano
Foi um dos Imperadores da Hispânia (Península Ibérica). A razão pela qual Trajano foi um Imperador Romano, foi o fato, de em 91 d.C. ser nomeado cônsul por Domiciano e o imperador da altura Nerva, o ter adotado como seu sucessor, após a sua morte (em 98 d.C.). Trajano teve um filho adotivo, Adriano, que alargou os territórios conquistados por Trajano.Trajano realizou novos projetos arquitetónicos e reformas na educação e agricultura, aquedutos, etc. Uma das mais importantes obras públicas que realizou, foi uma nova parte da Via Ápia.
Trajano, para além de ter sido um ótimo administrador, foi considerado pelo povo como o maior dos imperadores (Optimus Princeps).
Durante a fase final do seu reinado, dedicou-se exclusivamente à guerra, deixando parte da administração em mãos de terceiros.
Uma das várias razões, por ter ficado reconhecido na história e de ganhar o título de melhor imperador de Roma foi o fato, de ter conquistado a Dácia, a Arábia, a Arménia, a Mesopotâmia, a Assíria, estas conquistas foram sucedidas na guerra contra os Partos e na guerra contra os Dácios.
As riquezas conquistadas serviram para construir obras públicas. Uma das obras arquitetónicas erguida para festejar as vitórias nas batalhas foi a Coluna de Trajano, que se ergueu juntamente com o Fórum (Fórum de Trajano). Trajano, foi quem sempre defendeu a melhoria das construções e melhores infraestruturas, aumentando os recursos do fisco. Pôs-se ao lado dos proprietários agrícolas, através da concessão de crédito, cujas cobranças se destinavam à alimentação de crianças de fraco sustento.
Trajano, morreu na viagem de volta da campanha Parta, em Selinus, perto do Mar Negro, em 117 D.C.


Bibliografia:
 
 
Trabalho realizado por:

Diogo Trinchante/7ºA/Nº12

sábado, 17 de março de 2012

Cláudio

Claúdio
Tibério Cláudio César Augusto Germânico nasceu a 1 de Agosto de 10 A.C em Lyon e morreu a 13 de Outubro D.C. em Roma.
Foi o quarto imperador Romano da dinastia Júlio-Cláudiana e governou desde 24 de Janeiro de 41 D.C até a sua morte em 54. Foi o primeiro imperador Romano nascido fora da Península Itálica.
Cláudio ao longo da sua vida fez algumas obras que hoje em dia são importantes tal como:
-Dois aquedutos:o ''AQUA CLAUDIA'' e o ''ANIO NOVUS''.
-Canais e estradas.
-Propôs uma reforma do Alfabeto Latino.
-etc.
Cláudio ficou conhecido por ser um imperador e ter feito obras politicas e públicas.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1udio

Trabalho realizado por:
Daniel Branco

quinta-feira, 8 de março de 2012

Platão


Platão
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental.
Juntamente com seu mentor,  Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia naturais, da ciência e da filosofia ocidental.  Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Aristóteles;  Platão era um apelido que,  e provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
A sofisticação de Platão como escritor é especialmente evidente em seus diálogos socráticos; trinta e cinco diálogos e treze cartas são creditadas tradicionalmente a ele, embora os estudiosos modernos tenham colocado em dúvida a autenticidade de pelo menos algumas destas obras.  Estas obras também foram publicadas em diversas épocas, e das mais variadas maneiras, o que levou a diferentes convenções no que diz respeito à nomenclatura e referenciação dos textos.
Embora não exista qualquer dúvida de que Platão lecionou na Academia fundada por ele, a função pedagógica de seus diálogos - se é que alguma existia - não é conhecida com certeza. Os diálogos, desde a época do próprio Platão, eram usados como ferramenta de ensino nos tópicos mais variados, como filosofia,  lógica,  retórica, matemática, entre outros.
 
Trabalho realizado por:
Rúben Pereira Nª28 / Turma: 7A

Heródoto

Heródoto
Vida
Heródoto foi um geógrafo e historiador grego, nascido no século V a.C. (485? –420 a.C.) em Halicarnasso. Pelo desejo de conhecer mais, viajou por todo o mundo grego, Pérsia e Egito.
Heródoto era filho de uma família influente, o seu pai fazia parte da vida política da sua polis e o seu tio era um importante poeta épico. Heródoto foi exilado quando era jovem, devido a razões políticas. Assim, viajou pelo mundo antigo, passando pelas costas do Mar Negro, por Cítia (sul da Rússia), Lídia (Turquia), Egito, Líbia, boa parte da própria Grécia e, acredita-se, pela Pérsia e Mesopotâmia. Foi ao longo desta viagem que recolheu informações sobre os costumes, mitos e histórias dos diferentes povos que conheceu.
Em Atenas, conheceu muitos intelectuais, desenvolvendo uma grande amizade com Sófocles, que fez menção das informações coletadas por Heródoto em suas peças, como "Antígona".
Ainda em Atenas, apresentou o resultado final de suas investigações, que se transformaria na sua célebre obra "Histórias" (publicada em nove livros, entre 430 e 424 a.C.), que tratava, ainda, das guerras entre os gregos e os persas, as Guerras Médicas. Foi por esta obra que o romano Cícero o chamou de "Pai da História".
Participou na fundação de uma colônia ateniense na Magna Grécia (sul da Itália), chamada Túrio (443 a.C.), onde parece ter vivido o resto de seus dias, tendo retornado algumas vezes a Atenas.
Obras importantes
Foi o autor da história da invasão persa da Grécia em meados do século V a.C., com o nome "As Histórias de Heródoto". Esta obra ficou reconhecida pela nova forma de literatura, pouco depois de ser publicada.
A obra está dividida em nove livros, cada um dos quais tem o nome de uma das musas. Este conjunto de nove livros está dividido em duas partes: Antes das Guerras Médicas - Livros I-IV (correspondentes às musas Clio, Euterpe, Tália e Melpómene); e Guerras Médicas - Livros V a IX (correspondentes a Terpsícore, Érato, Polímnia, Urânia e Calíope).
Porque ficou conhecido
Heródoto, não só contou acontecimentos passados, mas foi o primeiro a considerá-lo um problema filosófico ou um projecto de estudo que podia mostrar mais acerca do comportamento humano. Esta obra deu-lhe o título de "pai da história". Até esta altura a palavra história significava apenas "pesquisa". A partir daqui é que tomou o significado atual de "história".
Antes da decifração dos hieróglifos, a sua obra era o único documento sobre o Antigo Egito.
Contudo, na sua obra utilizou fontes muito diferentes e algumas pouco credíveis, misturou anedotas com acontecimentos importantes, pôs em causa alguns acontecimentos, mas aceitou outros igualmente pouco fidedignos. Ficou também conhecido pelo seu contributo na área da Geografia.
Webgrafia
       http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3doto
       http://www.infopedia.pt/$herodoto

       Trabalho realizado por:
 João Matos, nª15 7ªA

quinta-feira, 1 de março de 2012

Adriano

Adriano
Públio Élio Trajano Adriano, nasceu a 24 de Janeiro de 76 , em Itálica, na atual Espanha, ou em Roma, na Itália, e faleceu a 10 de Julho de 138 com 62 anos de idade, em Bacoli, Itália. Era filho de Públio Élio Adriano Afer e de Domícia Paulina, casou com Víbia Sabina e foi pai adotivo de Lúcio Élio Vero e Antonino Pio .
Adriano, como era conhecido, era primo de Trajano e por ele foi nomeado para fazer várias bemfeitorias públicas, que o levaram a vir a ser adotado, posteriormente, e a ser Imperador. Embora, essa adoção fosse muito polémica, porque diziam que tinha sido uma farsa, feita pela imperatriz Plotina ( esposa de Trajano ).
Após se tornar Imperador, seguiu-se a execução sumária de quatro importantes ex-cônsules, em que um deles era o príncipe mouro e comandante de um contingente de cavalaria moura no exército romano, Lúsio Quieto, expoentes da politica de conquistas militares de Trajano. Logo essas execuções feitas, sem o consentimento do Senado, desencadearam a politica imperial, dirigida no sentido de aumentar o apoio do Principiado para além de Roma, mediante o contato entre o Imperador e as elites provinciais.
Adriano, abandonou a politica de conquistas de Trajano e iniciou uma nova política. Renunciando às conquistas recentes, retificando os limites da já antiga conquista de Dácia (atual Roménia), cedendo aos Sármatas, a planície do Baixo Danúbio e concentrando a sua ocupação na região da Transilvânia, que era protegida pela barreira natural dos cárpatos. Ordenou a demolição da ponte sobre o Danúbio, para evitar invasões, construiu muitas fortificações continuas na Germânia e na Inglaterra, para se proteger contra as invasões bárbaras, implementou uma grande reforma na administração, transformando o conselho do príncipe num órgão de governo e unificou a legislação.
E durante o seu reinado ( 117 d.c. – 138 d.c. ), Adriano foi Imperador, admirador da cultura grega, arquiteto, viajante e muito mais…

 
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro, 7º A, nº 25



Ésquilo


Ésquilo
Ésquilo, também conhecido pelo pai da tragédia, nasceu em 525 a.C. em Elêusis, uma pequena cidade perto de Atenas. A sua familia era rica e tinha uma boa posição social, o seu pai Eufórion, era membro dos eupátridas, a antiga nobreza da Ática.
Ésquilo  participou nas importantes batalhas de Salamina, Maratona e Platéias. Ainda jovem, Ésquilo trabalhou num vinhedo. O seu sonho sempre foi ser um trágico. Começou a escrever a sua primeira tragédia quando tinha apenas 26 anos.
Durante a época em que Ésquilo viveu, as competições dramáticas passaram a ser uma parte integrante da Dionísia da Cidade, realizada durante a primavera. A primeira competição da qual Ésquilo teria participado reuniu três autores que apresentaram três tragédias cada um, seguidas por uma pequena peça satírica. Ésquilo participou em muitas destas competições ao longo da sua vida, e diversas das fontes antigas atribuem-lhe entre setenta e noventa peças a ele.
Segundo alguns estudiosos de sua obra, ele produziu 79 tragédias, enquanto outros atribuem ao dramaturgo a criação de pelo menos 90 peças, das quais foram preservadas apenas sete tragédias integrais, além de alguns trechos de outras.

São elas:
Os Persas (472 a.C.);
Sete Contra Tebas (467 a.C.);
As Suplicantes (c. 463 a.C.);
Prometeu Acorrentado (c. 462-459 a.C.);
Agamemnon (458 a.C.);
Coéforas (458 a.C.);
Eumênides (458 a.C.).

As três últimas formam a única trilogia que sobreviveu integralmente, a Orestéia, uma das mais comoventes peças trágicas da Antiguidade.
Em 458 a.C. retornou à Sicília pela última vez, visitando a cidade de Gela, onde veio a morrer em 456 ou 455. Diz-se que morreu ao ser atingido por uma pedra, lançada na sua cabeça calva, confundida com uma tartaruga por uma águia, que tinha como objetivo romper a carapaça do animal.
A obra de Ésquilo era tão respeitada pelos atenienses que, após sua morte, as suas tragédias passaram a ser as únicas a poderem ser reencenadas nas edições seguintes das competições teatrais da cidade. Os seus filhos, Eufórion e Evéon, e seu sobrinho, Filócles, seguiram os seus passos e também se tornaram dramaturgos.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo ; http://www.suapesquisa.com/biografias/esquilo.htm ; http://pensador.uol.com.br/autor/esquilo/biografia/ ; http://www.infoescola.com/biografias/esquilo/

Trabalho relizado por:
Filipa

Demóstenes

Demóstenes viveu no período de 384a.c e 322 a.c, vivia em Atenas e era orador e proeminente. Quanto tinha sete anos Demóstenes perdeu  o pai e a sua herança foi roubada pelos seus tutores, tentou recorrer a processos para recuperar a sua herança e recuperou alguns dos seus bens mas não todos.
Demóstenes
Ele tinha uma dicção não muito boa que não ajudou o seu futuro como tribuno. Tentou eliminar este defeito, e fez vários sacrifícios. Ele esteve também interessado nos cargos da cidade.
Quando entrou para um cargo político, por volta dos 30 anos, Demóstenes ganhou o cargo de chefe de partido de resistência à Macedónia. Com a derrota dos atenienses em Queroneia, ele perdeu-se durante alguns anos.
Teve na mão vários cargos políticos até que participou na embaixada da paz de Filócrates. Uniu várias povoações gregas para combater com os macedónios, mas depois de Felipe II, batalha que lutou como soldado, voltou a estar interessado nos assuntos da cidade. 
Passados alguns anos foi acusado de corrupção "Caso Harpalo" que o obrigou a exilar-se.
Ficou conhecido por ser o pai da oratória, o que conseguiu apesar da sua gaguez.
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Rodrigo feliciano

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sócrates

Sócrates
Sócrates viveu em Atenas, numa época de grande esplendor cultural da Grécia Antiga. Tornou-se um dos principais pensadores e era considerado um dos homens mais sábios e inteligentes da sua época. Foi o fundador da filosofia ocidental.
Nasceu em 469 a.C. nas planícies do monte Licabeto, próximo de Atenas, descendia de família humilde, era filho de Sophroniscus, um escultor, e de Phaenarete, uma parteira. Recebeu uma educação tradicional, ginástica e música, e durante algum tempo exerceu o ofício de seu pai, mas mais tarde terá começado a interessar-se sobre o conhecimento de si e do Homem em geral. Sócrates foi casado com Xântipe, que era bem mais jovem que ele, e teve um filho, Lamprocles. Há relatos de que o casal possivelmente teve mais dois filhos, Sophroniscus e Menexenus.
Sócrates não deixou nenhuma obra escrita, seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo. Conhecemos os seus pensamentos e ideias através das obras de dois dos seus discípulos: Platão e Xenofontes.
O seu pensamento desenvolveu-se a partir de 3 grandes ideias:
  • A crítica aos sofistas;
  • A arte de perguntar;
  • A consciência do Homem.
O povo ateniense não aceitava muito bem os seus pensamentos e ideias inovadoras pois eram contrárias ao funcionamento da sociedade ateniense, acusavam-no de desrespeitar os deuses e de corromper a juventude. Foi preso e condenado à morte em 399 a.C., bebeu a cicuta (veneno), preferindo morrer a desistir da sua missão de procurar a verdade.
Foi considerado um dos maiores génios de todos os tempos, permaneceu na história ao longo dos anos, como um exemplo de um homem que viveu de acordo com os seus princípios, mesmo pagando com a própria vida.
Aqui ficam algumas das suas famosas citações:
- “ Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.”
- “ Só sei que nada sei.”
- “ Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.”

Webgrafia:
http://pensador.uol.com.br/socrates_frases/
http://www.suapesquisa.com/socrates/
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates
Bibliografia:
“História sete”

Trabalho Realizado Por:
Carolina Barroso, Nº9 

Eurípedes

Eurípedes viveu na Grécia, no século V a.C. Os Gregos acreditava numa religião Politeísta e os cidadãos deste período apreciavam a arte e as festas.

Eurípedes
Eurípedes nasceu em 480 a.C.na ilha grega de Salamina. Morreu em 406 a.C. na cidade de Pela, na Macedónia.
Não se sabe muito da sua vida. Foi casado duas vezes.
Ele era melancólico, reservado e pouco sociável. Tinha o costume de meditar sozinho numa gruta em frente ao mar.
Trabalhou cinquenta anos no teatro, e escreveu 92 peças, mas só conquistou cinco prémios, o quinto só lhe foi concedido após a sua morte.
Ao lado de Sófocles e Ésquilo, Eurípedes é considerado um dos grandes poetas trágicos gregos. De acordo com estudiosos do período, pensa-se que escreveu cerca de 92 peças trágicas. Porém, apenas 18 chegaram até à nossa época.

As suas melhores peças foram:
Alceste;
Medéia;
Os Heráclidas;
Hipólito;
Andrômaca;
Hécuba;
As Suplicantes;
Electra;
Héracles;
As Troianas;
Ifigênia em Táuris;
Íon;
Helena;
As Fenícias;
Orestes;
As Bacantes;
Ifigênia em Áulis.

Foi um alvo permanente dos poetas cómicos, especialmente de Aristófanes. As suas obras foram sobre Tragédias algumas incompletas. Os mitos, para Eurípedes eram apenas elementos vitais para as tragédias. Eurípedes não fazia peças acerca dos deuses ou da realeza, mas sobre as pessoas reais, colocava camponeses ao lado de príncipes. Ele falava da realidade, as críticas falavam dos excluídos da sociedade, das mulheres, dos escravos e dos velhos.
Passou os últimos tempos da sua vida na Macedónia, na corte. Segundo a história sofreu uma morte trágica, os cães de caça do rei despedaçaram-no. Morreu em 406 a.C. na cidade de Pela na Macedónia.

Webgrafia:
Bibliografia:
Manual História Sete

Trabalho Realizado Por:
Claúdio Nussbaumer