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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Arquitetura Gótica

                                                                                              Fig.1-Catedral de Notre-Dame, Paris

A arquitetura gótica é a evolução entre a arquitetura românica e a arquitetura renascentista.
Esta modalidade arquitectónica foi desenvolvida em França durante o período conhecido como Idade Média, pelo que originalmente se chamava "Obra Francesa". A expressão gótica surgiu apenas no fim do Renascimento.
Os edifícios góticos apresentam uma decoração riquíssima, parecendo uma “renda de pedra”, este estilo centrou-se principalmente nas construções religiosas.
O estilo gótico ficou marcado em muitas catedrais europeias, como a de Notre-Dame, Chartres, Colónia e Amiens, a maioria classificada como Património Mundial da UNESCO.
Em Portugal temos como exemplo da arte gótica o Mosteiro de Alcobaça e a Sé de Évora.

CARACTERÍSTICAS DA ARTE GÓTICA:
. Verticalismo e majestade, como afirmação de superioridade e do poder económico da burguesia;
. Abóbadas em cruzaria;
. Arcos cruzados, paredes leves e finas, contrafortes, torres, agulhas, arquivoltas;
. Portas principais com arquivoltas;
. Janelas compridas, finas e com vitrais.
 
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Mariana Cortes nº19

quinta-feira, 22 de março de 2012

Justiniano


Justiniano
Flávio Pedro Sabácio Justiniano I também conhecido como Justiniano, o Grande, nasceu em 669 em Tauresium na actual Macedónia, numa familia pobre, sendo depois adotado pelo tio Justino, ex-guarda que iria reinar o Império Bizantino.
Foi ainda jovem para Constantinopla. Quando Justino I se torna imperador, em 518, o seu sobrinho já exerce grande influência sobre ele. Justiniano estuda direito, retórica e teologia e, em 518, começa a participar na vida política como patrício e cônsul. Recebe o título de César em 525 e, em 527 e é proclamado imperador. No mesmo ano, casa-se com a atriz Teodora, filha de um tratador de ursos. A mulher tinha um papel importante no seu governo, aconselhando o imperador até nas questões militares.
Justiniano era inteligente , politicamente hábil, ambicioso e autoritário, era chamado pelos súditos de "o imperador que nunca dorme".  Entre 527 e 540 lança-se no projeto de restauração e unificação do Império Romano.Para recuperar a grandeza do antigo império, estimula a indústria, o comércio e as artes. Faz a revisão e a codificação do Direito Romano no Corpus Juris Civilis, também conhecido como Código Justiniano.
Morre a 4 de Novembro de 711(42 anos) na Constantinopla.
 
Webgrafia:
http://www.algosobre.com.br/biografias/imperador-justiniano.html
Trabalho realizado por:
Mariana Cortes Nº19 7ºA

quinta-feira, 1 de março de 2012

Zeus


Zeus
Zeus é o principal Deus da mitologia grega (filho do titã Cronos e da titânide Rea).
Há várias versões da lenda do nascimento de Zeus:
Na maioria delas, ele nasceu na ilha de Creta, num monte que pode ter sido o Egeon, o Dicte ou o Ida.
Uma das várias versões revelam que Gaia levou Reia para dar à luz secretamente o filho na caverna de Dicte, onde nasce o seu filho Zeus, ficando aos cuidados de Gaia e das ninfas da floresta.
Criado por semideuses e por ninfas, existem também versões em que Zeus fica aos cuidados de centauros, sendo amamentado por uma cabra chamada Amalteia, depois de morta a sua pele revestiu o escudo de Zeus.
Esta protecção do 6º filho de Cronos é atribuida a uma lenda segundo a qual, Cronos, que reinava no universo, foi advertido por um oráculo de que um de seus filhos iria destroná-lo. Passou, portanto, a devorar os seus descendentes, logo após o nascimento. Ao dar à luz o sexto filho, Rea resolveu salvá-lo da decisão paterna por meio de uma artimanha. Escondeu o menino e deu a Cronos uma pedra envolvida em fraldas, do tamanho do recém-nascido. Cronos engoliu a pedra e Zeus sobreviveu. Noutras versões Rea dá um cavalo bebé a Cronos.
Ao tornar-se adulto, Zeus resolveu conquistar o trono de seu pai, e deu-lhe uma droga para beber que o fez vomitar os outros filhos anteriormente engolidos: Deméter, Hera, Héstia, Hades e Poseidon. Juntos, os irmãos enfrentaram Cronos e os outros titãs, contando com a ajuda dos Cíclopes e dos gigantes Hecatônqueires, que Zeus tinha
libertado do Tártaro, região situada nas profundezas do mundo (abaixo do próprio inferno).
A guerra duraria 100 anos, sendo vencida pelos
deuses olímpicos, que então partilharam o universo. Zeus ficou com o céu e a Terra, Poseidon ficou com os oceanos e Hades ficou com o mundo dos mortos.

Influência na cultura grega:A mitologia grega é bastante rica em termos de contos e explicações da origem do mundo, atribuindo todos os poderes aos deuses, que segundo a crença geral, moravam no Monte Olimpo e sobre os quais imaginaram vários mitos.
A religião era muito importante para a cultura grega, era um fator de unidade entre os gregos que respeitavam todos as mesmas divindades. Contudo, a mitologia Grega para além dos significados religiosos foi também ganhando um carácter artístico, sendo também divulgada através da arte.
Além de uma grande quantidade de templos (arquitectura) e da escultura a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Podemos destacar a obra de Homero “ A Ilíada e a Odisseia” e Hesíodo através da obra “Teogonia” que recolheram nas suas obras, estas fantásticas histórias (mitos).
Zeus é o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, foi considerado um deus dos fenómenos naturais, sendo-lhe atribuídos os raios, trovões, chuvas e tempestades e mais tarde, foi também associado à
justiça e à lei.
Os gregos veneravam os seus deuses, prestando-lhe culto. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era
a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Um dos santuários mais venerados era o de Zeus, atraindo pessoas de todo o mundo grego. Sendo os Jogos Olímpicos, originalmente realizados em sua honra, onde os gregos de 4 em 4 anos exibiam as suas proezas atléticas.

Webgrafia
http://www.portalangels.com/educacao/educacao/arte/zeus-o-rei-dos-deuses-senhor-do-olimpo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_minoica#Zeus
http://www.mundodosfilosofos.com.br/deuses.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus

Trabalho realizado por: Mariana Cortes 7ºA nº19

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Faraó um Deus Vivo

Os faraós eram os reis do Egito Antigo. Tinham poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida política, religiosa, económica e militar. Era:
  • O chefe político: governava o Egipto, organizava e conduzia a vida do seu povo
  • O sacerdote supremo: presidia às cerimónias religiosas mais importantes
  • O chefe máximo do exército: defendia o país, aumentando-o através da conquista de outros territórios
  • O juiz supremo: aplicava a justiça a todo o povo do Egipto
Na civilização egípcia, os faraós eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que os faraós eram filhos diretos do deus Osíris, logo intermediários entre os deuses e a população egípcia.Estes eram divinizados e viviam cercados de uma numerosa corte, no palácio “A casa grande”, centro administrativo e dominador da vida colectiva do Egipto.
Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois esta deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida depois da morte, a pirâmide servia para guardar o corpo mumificado do faraó e os seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, onde se encontravam orações, e outros textos que serviam para ajudar o morto na sua viagem para o outro mundo.
Como a transmissão do poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através de voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Desta forma, muitas dinastias duraram centenas de anos no poder.
Apesar de os faraós terem ficado conhecidos como homens muito poderosos e déspotas, revelando uma das primeiras manifestações de monarquia absoluta, em cerca de três mil anos de tradição faraónica, passaram pelo trono do Egito diferentes governantes. Desde os misteriosos construtores das pirâmides de Gizé, ao poeta místico Akhenaton, passando pelo lendário Ramsés II, encontramos uma diversidade de indivíduos que, no seu conjunto, governaram uma das mais influentes civilizações da história por um longo tempo.


Trabalho realizado por:
Mariana Cortes

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Homo Erectus


Em 1858-1940 o Holandês Eugene Dubois encontrou pela primeira vez vestígios do Homo erectus na região central de Java. Foram ainda encontrados restos fossilizados em África, Europa, Indonésia e China.
O seu volume cerebral era cerca de 750 e 1250 cm³, pesava entre 60 e 80 quilos, tinha os maxilares com grandes molares e era erecto. O Homo erectus tinha a altura de um homem moderno e um cérebro com metade da capacidade do nosso.
Este hominídeo habitava nas cavernas, mas já produzia e usava armas e ferramentas, como machados de mão. A sua alimentação era Omnívora (vegetais, frutas, folhas, raízes e animais).
Foi provavelmente o primeiro a usar o fogo, dominando o uso de uma das mais importantes ferramentas que o homem já teve. O uso do fogo distinguiu o Homo erectus de todas as espécies que surgiram antes, facto que sabemos pelos ossos carbonizados de animais que foram encontrados em sítios arqueológicos em muitos lugares.
A guarda do grupo era feita com fogueiras para se protegerem dos animais selvagens. A divisão de tarefas era baseada nos talhadores de pedra (normalmente crianças e pessoas velhas já sem capacidade para caçar), os caçadores e as mulheres para tratar das crianças e fazer recolecção de frutos.
Os Homo erectus que se deslocaram para a Europa passaram por adaptações ao frio e os que se mantiveram em África tiveram que enfrentar muitas Eras Glaciais (grandes arrefecimentos que causavam grandes períodos de seca ou de chuvas na África) e tiveram que se adaptar a estas condições. Esta espécie foi tão bem sucedida que só foi extinta, provavelmente, pelo Homo sapiens ou pelo humano actual, há mais ou menos 50 mil anos atrás.

Trabalho realizado por:
Mariana Cortes