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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cultura Cortesã

A cultura cortesã apareceu no sec. XX, com o ressurgimento económico dos reis e dos senhores que passaram a rodear-se de uma numerosa corte de vassalos.
Existia um contrato na sociedade feudal que se tornou característico da nobreza e da corte, o contrato de vassalagem. O contrato de vassalagem tinha três cerimónias: A homenagem, onde o vassalo, sem armas e de cabeça descoberta se ajoelhava e colocava de mãos juntas entre as do suserano, declarando que o queria servir; o juramento de fidelidade: o vassalo com o mão sobre a bíblia jurava fidelidade ao suserano e comprometia-se a prestar-lhe auxilio militar e conselho, e a investidura: onde o suserano entregava ao vassalo um objeto que representava o beneficio ou feudo e garantia-lhe proteção para o futuro.
Nas cortes levava-se uma vida luxuosa e com um enorme convívio. Então nasceu a cultura cortesã.
As actividades predominantes eram a caça, os banquetes, os jogos, por exemplo o xadrez, torneios medievais, poesia, trovadores, jograis.
Na poesia destacaram-se as cantigas de amigo, nas quais uma mulher da nobreza se lamenteva da ausência de um amigo ou contava como tinha sido o último encontro com um amigo; as cantigas de amor onde o autor se declarava a uma mulher da nobreza; as cantigas de escárnio e maldizer atravéz das quais se satirizava a sociedade em geral: a vida na corte e as dificuldades económicas de alguns estratos sociais.
Jograis eram artistas profissionais que atuavam nas praças públicas, divertindo o público, ou nos palácios senhoriais.
Mais tarde apareceram na literatura medieval produções em prosa, as crónicas e os romances da cavalaria.

Bibliografia:

Trabalho realizado por:
Filipa Garvão


quarta-feira, 21 de março de 2012

Mercúrio

Era uma das doze divindade gregas do Olimpo, o deus grego dos viajantes, pastores, mercadores, banqueiros, ladrões, adivinhos e arautos, correspondente a Mercúrio entre os romanos, com características de um deus místico do universo. Era filho de Zeus e da ninfa Maia.
Mercúrio era o deus romano encarregado de levar as mensagens de Júpiter. Mercúrio influenciou o nome de várias coisas , como por exemplo o planeta mercúrio e o elemento mercúrio.
Primeiro foi considerado deus dos cereais, por essa razão o seu primeiro templo foi erguido em 495 a.C., na região do Circo Máximo, em Roma. A partir daí tornou-se o patrãoo dos negociantes e de todas as corporações desse segmento de actividade
Um dos mitos de mercúrio foi que ao nascer, Mercúrio estava enfaixado e imediatamente desatou sua faixa e os seus nós, ficando livre. Mercúrio saiu e foi à Tessália, onde estavam os mais belos rebanhos. Roubou os rebanhos de Admeto que Apolo estava guardando. Apagou os traços do roubo, subornou as testemunhas, sacrificou duas novilhas aos deuses, matou uma tartaruga da qual fez uma lira, escondeu o gado e voltou ao berço como se nada tivesse acontecido.
Apolo descobriu o roubo, e como tinha o dom da adivinhação, acusou Mercúrio. Os deuses não acreditaram, porque, afinal, Mercúrio era um bebé. Mas Apolo levou-o a Zeus que o obrigou a não mentir. Mercúrio não mente, também não diz a verdade completa. Para conquistar Apolo, Mercúrio tocou a lira feita da tartaruga, encantando-o. Então Apolo trocou os rebanhos pela lira.
Isso representa o comércio, a troca, e Mercúrio é o protetor dos comerciantes e dos ladrões, e também dos viajantes. Os viajantes e comerciantes atiravam pedras a um monte para que Mercúrio protegesse os seus negócios. Na Grécia existem montanhas de pedras pelos caminhos. Pedra é um símbolo da presença divina: altar.
Mercúrio usa um chapéu que lhe dá a invisibilidade, sapatos com asas que lhe dão rapidez, uma bolsa para guardar os seus lucros e um caduceu, que é uma espécie de bastão que narcotiza, mas também símbolo da sabedoria. Mercúrio conhece as ervas, e o seu poder mágico, representado pelo caduceu, é usado também como símbolo dos médicos.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Merc%C3%BArio_(mitologia)
http://www.mundodosfilosofos.com.br/mercurio.htm
http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=268790
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/MGHermes.html

Trabalho realizado por:
Filipa nº13

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ésquilo


Ésquilo
Ésquilo, também conhecido pelo pai da tragédia, nasceu em 525 a.C. em Elêusis, uma pequena cidade perto de Atenas. A sua familia era rica e tinha uma boa posição social, o seu pai Eufórion, era membro dos eupátridas, a antiga nobreza da Ática.
Ésquilo  participou nas importantes batalhas de Salamina, Maratona e Platéias. Ainda jovem, Ésquilo trabalhou num vinhedo. O seu sonho sempre foi ser um trágico. Começou a escrever a sua primeira tragédia quando tinha apenas 26 anos.
Durante a época em que Ésquilo viveu, as competições dramáticas passaram a ser uma parte integrante da Dionísia da Cidade, realizada durante a primavera. A primeira competição da qual Ésquilo teria participado reuniu três autores que apresentaram três tragédias cada um, seguidas por uma pequena peça satírica. Ésquilo participou em muitas destas competições ao longo da sua vida, e diversas das fontes antigas atribuem-lhe entre setenta e noventa peças a ele.
Segundo alguns estudiosos de sua obra, ele produziu 79 tragédias, enquanto outros atribuem ao dramaturgo a criação de pelo menos 90 peças, das quais foram preservadas apenas sete tragédias integrais, além de alguns trechos de outras.

São elas:
Os Persas (472 a.C.);
Sete Contra Tebas (467 a.C.);
As Suplicantes (c. 463 a.C.);
Prometeu Acorrentado (c. 462-459 a.C.);
Agamemnon (458 a.C.);
Coéforas (458 a.C.);
Eumênides (458 a.C.).

As três últimas formam a única trilogia que sobreviveu integralmente, a Orestéia, uma das mais comoventes peças trágicas da Antiguidade.
Em 458 a.C. retornou à Sicília pela última vez, visitando a cidade de Gela, onde veio a morrer em 456 ou 455. Diz-se que morreu ao ser atingido por uma pedra, lançada na sua cabeça calva, confundida com uma tartaruga por uma águia, que tinha como objetivo romper a carapaça do animal.
A obra de Ésquilo era tão respeitada pelos atenienses que, após sua morte, as suas tragédias passaram a ser as únicas a poderem ser reencenadas nas edições seguintes das competições teatrais da cidade. Os seus filhos, Eufórion e Evéon, e seu sobrinho, Filócles, seguiram os seus passos e também se tornaram dramaturgos.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo ; http://www.suapesquisa.com/biografias/esquilo.htm ; http://pensador.uol.com.br/autor/esquilo/biografia/ ; http://www.infoescola.com/biografias/esquilo/

Trabalho relizado por:
Filipa

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Pintura Egípcia

A arte egípcia refere-se à arte desenvolvida pela civilização do Egipto, localizada no vale do rio Nilo. Um dos ramos da arte desenvolvido no Egito foi a pintura, grande parte da pintura egípcia era feita nas paredes das pirâmides, que retratavam a vida dos faraós, bem nos restantes túmulos e templos.
As figuras pintadas eram sempre representadas com a cabeça, membros inferiores e superiores de perfil e o tronco e a cabeça de frente, a esta norma chamava-se a lei da frontalidade. Nas pinturas estão representadas figuras maiores e outras mais pequenas, porque cada pessoa tinha a sua importância e quanto maior era a importância da pessoa, maior ela era representada nas paredes das pirâmides.
As cores também eram fundamentais na pintura. Os egípcios apreciavam muito as cores, as estátuas, o interior dos templos e dos túmulos eram profusamente coloridos. Porém, a passagem do tempo fez com que se perdessem as cores originais que cobriam as superfícies dos objetos e das estruturas. Estas cores, obtidas a partir de componentes naturais, tinham um significado:
  • O Preto era obtido a partir do carvão de madeira. Estava associado à noite e à morte, mas também poderia representar a fertilidade e a regeneração, isto devido á inundação do Nilo em Agosto/Setembro, que fertilizava o solo. Na arte o preto era utilizado nas sobrancelhas, perucas, olhos e bocas. O deus Osíris era muitas vezes representado com a pele negra.
  • O Branco era obtido a partir da cal ou do gesso. Era a cor da pureza e da verdade. utilizada nas vestes dos sacerdotes e nos objetos rituais. As casas, as flores e os templos eram também pintados a branco.
  • O Vermelho era obtido a partir dos ocres. O seu significado era bivalente: por um lado representava a energia, o poder da sexualidade, por outro lado estava associado ao maléfico deus Set, cujos olhos e cabelo eram pintados a vermelho, tal como o deserto. Era a vermelho que se pintava a pele dos homens.
  • Para criar o Amarelo, os egípcios recorriam ao óxido de ferro hidratado. Os egípcios associavam o amarelo à eternidade. As estátuas dos deuses eram feitas a ouro, assim como os objetos funerários do faraó, como as máscaras.
  • O verde era produzido a partir de malaquite do Sinai. Simboliza a regeneração e a vida. A pele do Osíris também podia ser pintada de verde.
  • O Azul era obtido a partir azurtite (carbono de cobre) ou recorrendo-se ao óxido de cobalto. Estava associado ao rio Nilo e ao céu.
Webgrafia:
Wikipédia

Trabalho realizado por:
Filipa Garvão

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Homo Erectus


O homo erectus habitou o nosso planeta aproximadamente no período que decorre entre 1,8 milhões a 300 000 anos atrás. Foi encontrado pela primeira vez na Ilha de Java, em 1891, por Eugène Dubois (holandês). A sua distribuição geográfica foi muito dispersa, tendo sido encontrados vestígios seus nos seguintes locais: Indonésia, China, Alemanha, Hungria, Grécia, França e Tanzânia. Mas os seus fósseis foram encontrados principalmente em África.
Foi o primeiro hominídeo bípede. Media entre 1.30 e 1.70m de altura e pesava cerca de 70 kg. O seu cérebro tinha entre 750 e 1250 cm3. A face do homo erectus tinha maxilares proeminentes, com grandes molares, não tinha queixo, apresentava uma zona relativamente demarcada sobre os olhos, e um crânio longo e baixo. O esqueleto é mais robusto que o do Homem atual, implicando uma maior força.
Foram provavelmente os primeiros a utilizar o fogo. A sua alimentação compunha-se de vegetais, frutas, folhas, raízes e animais.

Trabalho realizado por:
Filipa Garvão