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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ordens Mendicantes


A partir do século XII, notou-se uma grande desigualdade social, nas cidades europeias, entre a burguesia e o clero que eram ricos e o povo que era pobre.
Daí surgirem as ordens mendicantes a partir do século XIII, que eram ordens religiosas, formadas por frades ou freiras, que viviam em conventos, em comunidades fechadas e severas. A sua principal função era a oração, a pregação, a evangelização, no apoio à pobreza e em todas as obras de caridade. Comprometiam-se a viver na pobreza e na humildade, não possuíam qualquer bem e não tinham ordenado. Viviam das esmolas que lhes davam, pela pregação, e das ofertas dos outros.
De todos os mendicantes, destacaram-se São Francisco de Assis e São Domingos de Gusmão, fundadores dos franciscanos e dos dominicanos, respectivamente, embora houvesse outros igualmente importantes, como os agostinianos ou as carmelitas.
A ordem franciscana, foi fundada, em Itália, em 1209, começando em Portugal em 1217 e chegando em 1250 a ter cerca de mil conventos espalhados por toda a Europa, normalmente junto das cidades.
A ordem dominicana, foi fundada, em França, em 1216 e 1217, fundaram o primeiro convento em Portugal. Aderiam ao modelo de governo democrático, elegendo os superiores através dos votos de toda a comunidade e realizavam votos de pobreza, castidade e obediência. Os seus conventos, também se localizam junto das cidades.
Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordens_mendicantes
http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/historia/07_ordens_mendicantes_vida_urbana_d.htm
http://www.infopedia.pt/$ordens-mendicantes
Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Apolo

Apolo
Apolo, também conhecido por Febo, era filho de Zeus e de Leto, irmão gémeo de Artémis e pai de Esculápio, Troilo, Aristeu e Orfeu. Apolo e a sua irmã, nasceram na ilha de Delos onde a sua mãe se refugiou de Hera, esposa de Zeus.
Depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado de todos os da antiguidade clássica. Era conhecido como o deus da divina distância que ameaçava ou protegia deste o alto dos céus, sendo identificado com o sol e a luz da verdade. Era o deus da morte súbita das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Também era deus da beleza, da perfeição, da harmonia, do equilíbrio e da razão, o iniciador das jovens no mundo dos adultos.  Estava ligado à natureza, às ervas e aos rebanhos e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros.
Apolo também era conhecido pelos seus casos amorosos, embora não tivesse muita sorte no amor, apaixonou-se por Dafne, filha de Peneu, que preferiu pedir a seu pai que a transformasse num loureiro do que cair de amores por Apolo. Cassandra, filha de Príamo, rei de Tróia, não se deixou enamorar por ele, apesar de lhe ficar grata pelo dom da visão que ele lhe concedeu. Jacinto, foi outro grande amor de Apolo, mas que também não correu bem, pois desta vez foi invejado por Zéfiro, deus do vento.
Por ter sido um dos deuses principais da mitologia greco-romana, ainda hoje se comemora o dia do deus grego Apolo.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro

quinta-feira, 1 de março de 2012

Adriano

Adriano
Públio Élio Trajano Adriano, nasceu a 24 de Janeiro de 76 , em Itálica, na atual Espanha, ou em Roma, na Itália, e faleceu a 10 de Julho de 138 com 62 anos de idade, em Bacoli, Itália. Era filho de Públio Élio Adriano Afer e de Domícia Paulina, casou com Víbia Sabina e foi pai adotivo de Lúcio Élio Vero e Antonino Pio .
Adriano, como era conhecido, era primo de Trajano e por ele foi nomeado para fazer várias bemfeitorias públicas, que o levaram a vir a ser adotado, posteriormente, e a ser Imperador. Embora, essa adoção fosse muito polémica, porque diziam que tinha sido uma farsa, feita pela imperatriz Plotina ( esposa de Trajano ).
Após se tornar Imperador, seguiu-se a execução sumária de quatro importantes ex-cônsules, em que um deles era o príncipe mouro e comandante de um contingente de cavalaria moura no exército romano, Lúsio Quieto, expoentes da politica de conquistas militares de Trajano. Logo essas execuções feitas, sem o consentimento do Senado, desencadearam a politica imperial, dirigida no sentido de aumentar o apoio do Principiado para além de Roma, mediante o contato entre o Imperador e as elites provinciais.
Adriano, abandonou a politica de conquistas de Trajano e iniciou uma nova política. Renunciando às conquistas recentes, retificando os limites da já antiga conquista de Dácia (atual Roménia), cedendo aos Sármatas, a planície do Baixo Danúbio e concentrando a sua ocupação na região da Transilvânia, que era protegida pela barreira natural dos cárpatos. Ordenou a demolição da ponte sobre o Danúbio, para evitar invasões, construiu muitas fortificações continuas na Germânia e na Inglaterra, para se proteger contra as invasões bárbaras, implementou uma grande reforma na administração, transformando o conselho do príncipe num órgão de governo e unificou a legislação.
E durante o seu reinado ( 117 d.c. – 138 d.c. ), Adriano foi Imperador, admirador da cultura grega, arquiteto, viajante e muito mais…

 
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro, 7º A, nº 25



sábado, 17 de dezembro de 2011

Rio Nilo

O rio Nilo, atravessava grande parte do território do Egipto, de sul para norte.
Junto às suas margens, havia uma estreita faixa de campos de terra fértil, devido às inundações que traziam lodo muito fertilizante.
Essas inundações  aconteciam em Junho e Julho, prolongavam-se em Agosto e Setembro e esvaziavam em Outubro, ficavam a dever-se às chuvas tropicais.Para os egípcios, este acontecimento era considerado uma “dádiva dos deuses”.
Aproveitando os campos fertilizados, os egípcios começaram a cultivar cereais, linho, vinha, legumes, árvores de fruto e papiro (planta usada para fabricar uma espécie de papel). Criavam gado (para transportar cargas, para ajudar no cultivo e para sua alimentação) e caçavam nas margens do rio (para sua alimentação). O rio Nilo, para além de fertilizar os campos, também lhe dava a possibilidade de pescarem, de modo a terem uma alimentação mais equilibrada.

Bibliografia:
História 7ºano, Lisboa,  Editorial Lisboa, s.d.

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro                                       

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Homo Erectus

Há aproximadamente 1,8 milhões de anos, descobriram-se fósseis do Homo Erectus desde a África ( local onde se pensa que apareceu o primeiro ) até  à Indónesia na Oceânia, Ásia e Europa. Homo  erectus, que significa “ homem direito”, foi identificado pela primeira vez na ilha de Java em 1981 por Eugéne Dubois.
A face do Homo erectus tinha enormes maxilares com grandes molares, sem queixo, com uma zona demarcada sobre os olhos e um crânio longo e baixo, com uma dimensão cerebral variando entre 750 cm3 e 1225 cm3. Nos asiáticos surgem crânios com crista sagital. O esqueleto do Homo erectus é maior do que o do homem atual, implicando ter maior força, ser mais eficiente a caminhar, e os seus esqueletos tiveram de se adaptar para permitir o nascimento de crianças com crânios maiores.
O Homo erectus media em média 1,80m, pesava cerca de 60 quilos e a sua alimentação era omnívora . O uso do fogo distinguiu o Homo erectus de todos os outros, pois ele terá manipulado o fogo, realizando objectos de osso, de madeira e de pedra mais sofisticados. Iniciaram também a tradição da caça em grupo, da qual deixaram vestígios de locais escavados e dezenas de ossos de animais de pequeno e grande porte, facto esse que lhe foi facilitado pela fácil comunicação que tinha com os outros da mesma espécie.
Trabalho realizado por:
Ruben Gamito Malveiro