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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Cultura dos Mosteiros


O clero era constituído pelos membros da igreja,
O clero secular morava junto ao resto da população e o clero regular morava nos mosteiros, estes dedicavam-se à meditação, ao estudo, ao ensino e a tratar de todos os assuntos relacionados com a religião cristã, ambos tinham os mesmos direitos, não pagavam impostos e eram obrigados a obedecer ao papa.
Existiam também os monges que se dedicavam ao cuidado dos doentes, peregrinos e dos mais necessitados.
As escolas e bibliotecas encontravam-se nos mosteiros, e eram nas bibliotecas que os monges também passavam o seu tempo a passar grandes livros à mão com pormenorizadas iluminuras.


Webgrafia:   
http://www.slideshare.net/abaj/cultura-do-mosteiro
http://www.slideshare.net/isabel.pena/cultura-monstica

Trabalho realizado por:
Ana Pinela

terça-feira, 5 de junho de 2012

Cultura dos Mosteiros


Até ao século XI os membros do clero eram os únicos que sabiam ler e escrever.
As únicas instituições culturais eram os mosteiros. Os monges podiam dedicar-se à meditação, ao estudo e ao ensino com o seu ambiente tranquilo do mosteiro.
As escolas monásticas funcionavam em muitos mosteiros e visavam a formação dos clérigos, e dos padres. Era usado o latim como base do ensino, porque era a língua utilizada nos atos religiosos e nas actividades literárias.
Alguns mosteiros contribuíam para um alargamento maior do saber, nas suas bibliotecas possuíam manuscritos antigos que os monges se dedicavam a copiar com muita paciência, e por vezes ilustravam com maravilhosas iluminuras(miniaturas pintadas a cores).
Um grande número de obras gregas, romanas e até muçulmanas, foram preservadas graças aos monges copistas.
Outros monges dedicavam-se ao estudo e escreviam obras de reflexão religiosa, vidas de santos e crónicas.

Trabalho realizado por:
Claúdio Nussbaumer


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cultura dos Mosteiros


Nos mosteiros beneditinos de toda a Europa medieval, os monges, eram acordados dos seus colchões de palha, pelos sineiros, que os despertavam às 2 horas da madrugada. Igual consideração para com os monges se verificava no fornecimento do vestuário, simples mas limpo, que incluía uma muda do hábito e da túnica interior. Momentos depois, dirigiam-se apressadamente, ao longo dos frios corredores de pedra, para o primeiro dos seis serviços diários na enorme igreja (havia uma em cada mosteiro), resplandecia à luz de centenas de velas. Os monges faziam quatro horas de serviços religiosos, outras quatro de meditação individual e seis de trabalhos braçais nos campos ou nas oficinas. As horas de oração e de trabalho eram entremeadas com períodos de meditação; os monges deitavam-se geralmente pelas 6.30 horas da tarde.Nos seus jardins murados, os monges cultivavam ervas medicinais.
Este modo de vida ligava bem com as suas refeições simples, constituídas essencialmente por pão, ovos, queijo e peixe. Embora a carne fosse proibida nos primeiros séculos. Bento, obviamente, conhecia a natureza humana. Embora os monges fossem obrigados a levantar-se muito cedo, aconselhava-os a "encorajarem-se uns aos outros com indulgência e a atenderem às desculpas dos dorminhocos" e autorizava a sesta durante o Verão. Também existia uma sala especial, com uma lareira acesa no Inverno, onde os monges conversavam.
Trabalho realizado por:
Frederico Santos