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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cultura dos Mosteiros


Nos mosteiros beneditinos de toda a Europa medieval, os monges, eram acordados dos seus colchões de palha, pelos sineiros, que os despertavam às 2 horas da madrugada. Igual consideração para com os monges se verificava no fornecimento do vestuário, simples mas limpo, que incluía uma muda do hábito e da túnica interior. Momentos depois, dirigiam-se apressadamente, ao longo dos frios corredores de pedra, para o primeiro dos seis serviços diários na enorme igreja (havia uma em cada mosteiro), resplandecia à luz de centenas de velas. Os monges faziam quatro horas de serviços religiosos, outras quatro de meditação individual e seis de trabalhos braçais nos campos ou nas oficinas. As horas de oração e de trabalho eram entremeadas com períodos de meditação; os monges deitavam-se geralmente pelas 6.30 horas da tarde.Nos seus jardins murados, os monges cultivavam ervas medicinais.
Este modo de vida ligava bem com as suas refeições simples, constituídas essencialmente por pão, ovos, queijo e peixe. Embora a carne fosse proibida nos primeiros séculos. Bento, obviamente, conhecia a natureza humana. Embora os monges fossem obrigados a levantar-se muito cedo, aconselhava-os a "encorajarem-se uns aos outros com indulgência e a atenderem às desculpas dos dorminhocos" e autorizava a sesta durante o Verão. Também existia uma sala especial, com uma lareira acesa no Inverno, onde os monges conversavam.
Trabalho realizado por:
Frederico Santos

quarta-feira, 21 de março de 2012

Viriato


Estátua alusiva a Viriato
Pouco se conhece sobre a vida de Viriato. Não se sabe nada da sua data de nascimento nem o local exacto onde nasceu e a única referência à localização da sua tribo nativa foi feita pelo historiador grego Diodoro da Sicília que afirma que ele era das Tribos Lusitanas que  habitavam do lado do oceano.
Foi pastor e chefe hispânico no século II a. C. Conduziu os Lusitanos, na luta contra os romanos, a partir de 150 a. C. Notável na táctica de guerrilha e admirável chefe-guerreiro, animou os seus guerreiros sob duras condições de vida, vencendo os melhores generais romanos, com retiradas fingidas e conhecimento perfeito do terreno onde lutavam. No séculoII a.C., os Romanos estavam a tentar dominar a Península Ibérica para poderem ter toda a região à volta do Mar Mediterranio sob o seu poder.
Viriato casou com a filha de um importante agricultor da planície, demonstrando conhecer a necessidade de alianças entre as várias populações para fazer frente ao perigo romano. Os Lusitanos homenageavam Viriato com os títulos de Benfeitor, (Grego: evergetes), e Salvador, (Grego: soter), os mesmos títulos honoríficos usados pelos reis da dinastia ptolemaica.
Mas Roma não desistiu de impor a sua autoridade, e quebrou as tréguas, voltando a atacar os povos exaustos e dispersos na Península. Viriato propôs um acordo aos Romanos, comprometendo-se a depôr as armas em troca da garantia de um território. Contudo Roma legou a Servílio Cipião extraordinários poderes. Este comprou dois soldados de Viriato, que
acederam matar o seu chefe. Assim, Viriato foi morto, à traição, enquanto dormia na sua tenda, no ano de 139 a.C.

Webgrafia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Viriathus
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/biografias_1.htm
http://www.esferadoslivros.pt/pdfs/viriato.pdf

Trabalho realizado por:
Frederico Santos

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Hades

Hades -
Museo nazionale romano di palazzo Altemps, Roma, Itálias
Hades era considerado filho de Crono e de Réia e irmão de Zeus, Posídon, Hera, Deméter e Héstia. Acredita-se que durante a titanomaquia que ele recebeu dos ciclopes um capacete que tornava o seu utilizador invisível. Na partilha que se seguiu à luta, coube-lhe o controle do mundo subterrâneo e dos mortos.
A titanomaquia foi a guerra entre os Titãs, liderados por Cronos, e os Deuses Olípicos, liderados por Zeus, que definiria o domínio do universo. Zeus conseguiu vencer Cronos após resgatar seus irmãos depois de uma luta que durou dez anos.
Poesia
O Hades é pouco conhecido
mas também é um Deus.
Ele foi rei do submundo
e era irmão de Zeus.

Dos fantásticos ciclopes
Hades recebeu,
um capacete que em invisivel
o seu corpo converteu.
Influência na Cultura Grega
Hades era um Deus pouco importante na cultura Grega, ele costuma apresentar um papel secundário na mitologia, pois o fato de ser o governante do Mundo dos Mortos faz com que seu trabalho seja como por assim dizer "dividido" entre outras divindades, tais como o Tanatos, deus da morte, ou as Queres (Ker) - estas últimas retratadas na Ilíada recolhendo avidamente as almas dos guerreiros, enquanto Tanatos surge nos mitos da bondosa Alceste ou do astuto Sísifo.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hades
http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0172

Trabalho Realizado Por:
Frederico Santos

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Homo Sapiens Sapiens

As formas mais modernas de Homo Sapiens Sapiens apareceram pela primeira vez há cerca de 120 000 anos.
Fisicamente tinham o esqueleto direito (já andavam só sobre os membros inferiores), a testa era erguida, a zona sobre os olhos sobresaía, tal como o queixo. Os homens do Paleolítico Superior (cerca de 30 000 anos a.c.) que viveram no continente africano, eram 20 a 30% mais robustos que os europeus e asiáticos.
Eles fabricavam materiais de fino retoque na forma de utensílios decorados, como colares, faziam imagens em marfim de homens e animais. Também fizeram figuras em barro que datam por volta de 20 000 anos a.c.
O Homo Sapiens Sapiens é o mais parecido com o Homem, como o conhecemos hoje em dia, prinicipalmente porque o esqueleto já era direito.

Trabalho realizado por:
Frederico Santos

O Rio Nilo

No Egipto existe um rio que atravessa o país de sul a norte, o Rio Nilo.
Durante o período do império, era quase a única fonte de água no pais inteiro. Os egipcios começaram a situar-se junto das margens porque eram zonas muito férteis .
Os egipcios acreditavam que as inundações eram “dádivas dos deuses”, mas as inundações eram provocadas pelas chuvas tropicais que caíam na nascente do rio em Maio e Junho. Durante Junho e Julho o rio transbordava e retomava o seu leito em Agosto.
O lodo, que as inundações traziam, era muito fértil para os terrenos nas margens do rio Nilo.

Trabalho realizado por:
Frederico Santos