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quinta-feira, 22 de março de 2012

Apolo

Apolo
Apolo, também conhecido por Febo, era filho de Zeus e de Leto, irmão gémeo de Artémis e pai de Esculápio, Troilo, Aristeu e Orfeu. Apolo e a sua irmã, nasceram na ilha de Delos onde a sua mãe se refugiou de Hera, esposa de Zeus.
Depois de Zeus foi o deus mais influente e venerado de todos os da antiguidade clássica. Era conhecido como o deus da divina distância que ameaçava ou protegia deste o alto dos céus, sendo identificado com o sol e a luz da verdade. Era o deus da morte súbita das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Também era deus da beleza, da perfeição, da harmonia, do equilíbrio e da razão, o iniciador das jovens no mundo dos adultos.  Estava ligado à natureza, às ervas e aos rebanhos e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros.
Apolo também era conhecido pelos seus casos amorosos, embora não tivesse muita sorte no amor, apaixonou-se por Dafne, filha de Peneu, que preferiu pedir a seu pai que a transformasse num loureiro do que cair de amores por Apolo. Cassandra, filha de Príamo, rei de Tróia, não se deixou enamorar por ele, apesar de lhe ficar grata pelo dom da visão que ele lhe concedeu. Jacinto, foi outro grande amor de Apolo, mas que também não correu bem, pois desta vez foi invejado por Zéfiro, deus do vento.
Por ter sido um dos deuses principais da mitologia greco-romana, ainda hoje se comemora o dia do deus grego Apolo.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro

Cupido

Cupido
Cupido, também chamado amor na poesia Latina. É, na mitologia romana, o Deus do amor e do desejo. ele é filho de Vénus, a Deusa do amor, da beleza e da fertilidade, e Marte o Deus da Guerra.
É representado usualmente como um filho alado, com os olhos vendados e armado de arco, flechas e aljava. sua contraparte na mitologia grega é Eros.
Cúpido nasceu em Chipre, como a sua mãe, que teve de escondê-lo na mata e deixá-lo, era amamentado por bestas que só com ele eram piedosas.
Vénus não ousava tê-lo com eles, temendo o rigor de Júpiter, que antecipava todo o mal que a criança iria fazer ao universo.
Nereida Tetir, no dia de seu casamento com Peleu, obteve perdão de Júpiter e a graça de ser admitido entre os Deuses patrícios de Cupido.                                                                                                                                                       
Trabalho realizado por:
Rúben Pereira Nª28,7A

A Loba do Capitólio


Loba do Capitólio
A Loba do Capitólio é uma figura que habitualmente associamos ao universo quase mítico da Roma Antiga e que simboliza a fundação da "Cidade Eterna". A lenda surge em Roma e fala de Rómulo e Remo.

1º Versão:
Rómulo e Remo eram gémeos, filhos de Marte e descendentes, pelo lado da mãe, de Eneias o herói descendente de Vénus que tinham escapado à queda de Tróia. Haviam sido abandonados para morrerem. Contudo uma loba alimentou-os até serem adoptados por um casal de pastores e, mais tarde, Rómulo acabaria mesmo por fundar a cidade de Roma.

2º versão:
Amúlio, para punir Reia Sílvia, prende-a num calabouço e, por medo destes heróis, filhos de um deus, quererem tomar o seu lugar, mandou um servo executá-los, mas o servo encarregado não tem coragem de fazê-lo e abandona os gémeos numa cesta no rio Tibre. Ora, é primavera, período de cheias em que o rio sai de seu leito. O servo deposita o cesto que contém os bebés nas águas do rio que sobe e elevam o cesto. Quando as águas da cheia recuam, este fica em terra, ao pé do Palatino. Atraída pelo choro dos recém-nascidos, uma loba sai do bosque e encontra-os. Como ela acabou de perder os seus filhotes, ofereceu as suas tetas às crianças e, como fez com os seus filhotes, lambe-os com a sua longa língua. Algum tempo depois, um pastor de ovelhas chamado Fáustulo encontrou os meninos e levou-os para casa, onde sua mulher Aca Laurência os criou.
Rómulo e Remo cresceram na cabana de seus pais adotivos. A caça dos animais selvagens, a corrida e os exercícios físicos enrijeceram seus corpos e suas almas. Tinham como companheiros pastores e, com eles, atacavam os salteadores de passagem para roubar-lhes os seus espólios.
Acusado de roubo, Remo foi capturado e levado à presença do rei Amúlio. Fáustulo, o pastor, resolveu então contar a Rômulo a história de sua origem. Rômulo foi até Alba Longa, libertou seu irmão, matou Amúlio, devolveu o trono a seu avô Numitor e à sua mãe as honras que lhe eram devidas.

Os romanos designam pela mesma palavra, lupa, a fêmea do lobo e a prostituta. Por isso, os historiadores afirmam que na realidade a ama dos gémeos teria sido Aca Laurência, mulher do pastor Fáustulo, que teria exercido o ofício de prostituta. A fantástica lenda do animal que os socorre teria surgido, portanto, da ambiguidade da palavra lupa.

Webgrafia:
http://dokatano.blogspot.com/2009/07/loba-do-capitolio.html#ixzz1pr5u7fJH

Trabalho realizado por:
Mariana Martins

quarta-feira, 21 de março de 2012

Esculápio ou Asclépio



Esculápio
Esculápio com as serpentes
Deus solar e da saúde, que com o nome latinizado de Esculápio, era o deus romano da medicina e da cura, herdado directamente da mitologia grega, na qual tinha as mesmas propriedades. Filho de Apolo com a mortal Corónis, segundo reza uma narrativa mitológica cantada pelo poeta Píndaro (522-443 a.C.), foi tirado pelo pai do ventre da mãe no momento em que esta se encontrava na pira funerária, conferindo-lhe o simbolismo da vitória da vida sobre a morte.
Nascido como mortal, aprendeu a arte da medicina com o centauro Quíron e uma serpente ensinou-lhe como usar uma planta para dar vida aos mortos. Mas depois da sua morte foi-lhe concedida a imortalidade. Entre seus filhos com Epíone foram particularmente importantes Panaceia, Higia ou Higéia, as quais foram intimamente associada ao culto a seu pai, e Telésforo.
Com os seus infinitos conhecimentos em medicina e sendo um hábil cirurgião, segundo a Ilíada de Homero, ele podia devolver a vida aos mortos, embora não possuísse um carácter divino. Isso provocou a ira de Júpiter que não queria ver Plutão perder os seus mortos e, também, por achar que ele pretendia igualar-se aos deuses tornando os seres humanos imortais,por isso fulminou-o com um raio. Apolo, seu pai, irritou-se e atacou os Ciclopes, ferreiros que tinham um só olho, por estes terem feito o raio matador. Como punição, Zeus finalmente concordou em admiti-lo entre os deuses, dando-lhe o poder de curar os enfermos e transformando-o na constelação Ofiúco.
O seu culto teria começado em Epidauro, mas também em templos ou santuários espalhados por outros locais, como Kos, Knidos e Pérgamo, onde os sacerdotes se dedicavam à cura de doentes e se diziam descendentes directos dele. Em Roma, o culto foi iniciado por ordem do conjunto de oráculos, denominado de profecias sibilinas (293 a.C.), era considerado uma divindade menor, foi especialmente venerado em outras províncias e muito prestigiado no mundo antigo.
Os seus segredos na arte da medicina eram preservados nas ilhas gregas de Kós e Kithnos por sacerdotes. Os santuários erigidos em sua homenagem converteram-se em sanatórios e é o Patrono dos médicos. Normalmente era representado como um homem barbudo, com o ombro direito descoberto, de olhar sereno ao horizonte, ora acompanhado de sua filha Higia, deusa da saúde, ora sozinho. O seu braço esquerdo, sempre aparece apoiado num cajado envolto com uma serpente, o caduceu, que se transformou no símbolo moderno da medicina
as serpentes

Webgrafia
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/MGAsclep.html

Trabalho realizado por:
Maria Madalena Nunes Catarino  Nº17  7ºA


Minerva


Estátua de Bronze de Minerva
Minerva era a deusa da sabedoria. Diz-se que nasceu quando Júpiter acabava de engolir a deusa Métis (deusa da prudência), mas como tinha uma dor de cabeça pediu a Vulcano que pegasse no seu melhor machado e que lhe abrisse a cabeça, para seu espanto de lá saiu Minerva (Atenas), já adulta e armada com o seu escudo e espada.

Minerva e Neptuno disputaram entre si qual dos dois daria o nome à cidade que Cécropes, rei dos atenienses. A honra caberia àquele que fizesse coisa de maior beleza e significado.
Minerva, com um golpe de lança, fez nascer da terra uma oliveira em flor, e Neptuno, com um golpe do seu tridente, fez nascer um cavalo alado e fogoso. Os deuses, que presidiram a este duelo, decidiram em favor de Minerva, já que a oliveira florida, além de muito linda, era um símbolo de paz. Assim, a cidade de Ática foi chamada Atenas.
Webgrafia:
Wikipédia
Infopédia
Trabalho realizado por:
Marta Costa 7ºA/ nº20

Neptuno

Neptuno numa fonte em Itália
Neptuno era para os Romanos o deus do mar, era filho de Saturno e de Reia, e irmão de Júpiter e Plutão. A lenda diz que no dia do seu nascimento foi engolido por seu pai, e só foi devolvido graças a Métis, que deu uma bebida a Saturno, provocando-lhe o vómito.
A imagem de Neptuno é representada como um senhor idoso, forte, com barba e com um tritão na mão. Por vezes é representado num carro de mão, puxados por cavalos-marinhos. A parte inferior do seu corpo tem a forma de uma cauda de peixe, a lenda também diz que Neptuno habita num palácio de ouro no fundo do mar.
Na mitologia Romana, Neptuno era o deus da água doce, por isso eram celebradas festas em sua honra (Neptunálias), que eram realizadas no Verão no dia 23 de Junho, época em que a água doce começava a faltar, e pediam a Neptuno que não a deixa-se faltar.
Em Roma existia um templo de Neptuno, construído por Cneu Domitus em 32 a.C.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Neptuno_(mitologia)
http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/mitologia_greco_romana_5.htm
http://www.gforum.tv/board/1277/256628/deuses-gregos-arvore-da-familia.html
http://www.cursosdemagia.com.br/deuses.htm

Trabalho realizado por:
Bárbara Encarnação 7ºA Nº7

Marte

Marte era o deus romano da Guerra.
Marte
Marte era filho de Juno e de Júpiter. Ele era considerado o deus da guerra sangrenta, com características violentas, ao contrario da sua irmã Minerva, que representava a guerra justa e diplomática.
Marte era um bárbaro, cruel e rude mas tinha o amor da deusa Vénus e com ela teve Cupido e uma filha mortal chamada Harmonia. Tratava-se de uma relação adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Vulcano.
Marte e Minerva tinham uma rixa, que terminou no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um defendendo o seu exército. O povo romano considerava-se descendente desse deus, porque Rómulo e Remo eram filhos de Ília, princesa de Alba Longa, e Marte.
Ofereciam-lhe sacrifícios antes das batalhas e, depois  da vitória davam-lhe parte do saque. A palavra marcial deriva do seu nome, que significa guerreiro ou bélico. Também o mês de Março deriva do seu nome, tal como o terceiro dia da semana.
O período da mitologia romana decorreu entre o século VIII a.C. até ao século IV d.C.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marte_%28mitologia%29
http://www.brasilescola.com/mitologia/marte-mito.htm

Trabalho realizado por:
Claúdio Nussbaumer

Diana


Diana
A deusa Diana, era a deusa da Lua e da caça, filha de Júpiter e Latona, e irmã gémea de Apolo. Era representada como uma caçadora, com uma aljava, um arco e acompanhada por um cão ou um veado.
Era muito ciosa da sua virgindade, sendo que na sua mais famosa aventura transformou num veado um caçador (Acteão), que a viu nua no banho. A deusa mostrou-se cruel, pois não suportava a ideia de ser vista nua.
Mas também era uma deusa prestável e oferecia sempre a sua proteção, particularmente às grávidas, de fato, desde pequena que ajudava grávidas a dar à luz. Mal saiu da barriga da mãe (Latona), ajudou-a no parto do irmão gémeo (Apolo).
Seu pai, Júpiter, deu-lhe vinte ninfas, que tal como ela renunciaram ao casamento. Diana desde cedo foi identificada com Artémis, na religião grega.
O mais famoso dos seus santuários, ficava num bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia, e em Roma, o seu templo mais importante situa-se no monte Aventino, que terá sido contruído pelo rei Servius Tulius, no século VI a.C..
Webgrafia:
Wikipédia
Blog do Prof. Kiber
Trabalho realizado por:
Carolina Barroso 7ºA /nº9

Mercúrio

Era uma das doze divindade gregas do Olimpo, o deus grego dos viajantes, pastores, mercadores, banqueiros, ladrões, adivinhos e arautos, correspondente a Mercúrio entre os romanos, com características de um deus místico do universo. Era filho de Zeus e da ninfa Maia.
Mercúrio era o deus romano encarregado de levar as mensagens de Júpiter. Mercúrio influenciou o nome de várias coisas , como por exemplo o planeta mercúrio e o elemento mercúrio.
Primeiro foi considerado deus dos cereais, por essa razão o seu primeiro templo foi erguido em 495 a.C., na região do Circo Máximo, em Roma. A partir daí tornou-se o patrãoo dos negociantes e de todas as corporações desse segmento de actividade
Um dos mitos de mercúrio foi que ao nascer, Mercúrio estava enfaixado e imediatamente desatou sua faixa e os seus nós, ficando livre. Mercúrio saiu e foi à Tessália, onde estavam os mais belos rebanhos. Roubou os rebanhos de Admeto que Apolo estava guardando. Apagou os traços do roubo, subornou as testemunhas, sacrificou duas novilhas aos deuses, matou uma tartaruga da qual fez uma lira, escondeu o gado e voltou ao berço como se nada tivesse acontecido.
Apolo descobriu o roubo, e como tinha o dom da adivinhação, acusou Mercúrio. Os deuses não acreditaram, porque, afinal, Mercúrio era um bebé. Mas Apolo levou-o a Zeus que o obrigou a não mentir. Mercúrio não mente, também não diz a verdade completa. Para conquistar Apolo, Mercúrio tocou a lira feita da tartaruga, encantando-o. Então Apolo trocou os rebanhos pela lira.
Isso representa o comércio, a troca, e Mercúrio é o protetor dos comerciantes e dos ladrões, e também dos viajantes. Os viajantes e comerciantes atiravam pedras a um monte para que Mercúrio protegesse os seus negócios. Na Grécia existem montanhas de pedras pelos caminhos. Pedra é um símbolo da presença divina: altar.
Mercúrio usa um chapéu que lhe dá a invisibilidade, sapatos com asas que lhe dão rapidez, uma bolsa para guardar os seus lucros e um caduceu, que é uma espécie de bastão que narcotiza, mas também símbolo da sabedoria. Mercúrio conhece as ervas, e o seu poder mágico, representado pelo caduceu, é usado também como símbolo dos médicos.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Merc%C3%BArio_(mitologia)
http://www.mundodosfilosofos.com.br/mercurio.htm
http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=268790
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/MGHermes.html

Trabalho realizado por:
Filipa nº13

sexta-feira, 16 de março de 2012

Juno

Juno e Júpiter
A Rainha dos Céus, Juno, ou como era conhecida na mitologia grega, Hera, era esposa de Júpiter e rainha dos céus. A mensageira de Juno era a deusa Aecoíris. A ave favorita de Juno é o pavão.

Mito de Juno
Júpiter deu uma poção a Saturno para resgatar os seus irmãos do estômago do velho, Cilebe pensou numa maneira de pôr a salvo a sua filha Juno do perigoso velho. Imaginava a sua filha a ser um dia a mais bonita e poderosa. Portanto mandou a filha para a cidade das Hespérides, o lugar onde viviam as três deusas encantadoras. Então prometeram a Cilebe que iam fazer a sua filha a mulher mais encantadora e poderosa. Juno era tão linda que nem podiam dizer que era feia, mas o que Juno queria ser era rainha do céu.
Portanto Juno procurava um rochedo muito alto para tentar chegar ao céu. Juno então viu uma nuvem em sua direcção desejando que chovesse mas estava mais concentrada em conseguir tocar no céu. Então várias nuvens se juntaram à outra que fizeram uma tempestade. Quando acabou a tempestade Juno desejou com muita força ser rainha dos céus e nesse momento apareceu a águia de Júpiter que voava em seu redor e que a agarrou e levou a cada vez mais alto até que atingiu o céu.
Quando lá chegou encontrou Júpiter que contou a história que tinha acontecido entre eles e os pais de ambos. Depois de lhe contar Juno agradeceu e depois de ver os poderes de Juno a manipular a tempestade quis que ela fosse sua esposa, ela aceitou e casaram-se e assim Juno conseguiu ser a rainha do céu.

Dicionário:
Hespérides - a cidade das senhoras da primavera
Águia de Júpiter – Júpiter tinha uma águia que lhe transportava os raios

Webgrafia:
http://www.lunaeamigos.com.br/mitologia/8.htm
http://pt.shvoong.com/humanities/1950519-juno-deusa-dos-c%C3%A9us/

Trabalho realizado por:
Rui Santos

quinta-feira, 1 de março de 2012

Deméter/Demétra



Deméter

A deusa Deméter ou Demetra que em grego significa deusa mãe ou mãe da distribuição é a deusa da agricultura, das colheitas e do casamento. É filha de Cronos (deus da agricultura) e Reia (deusa mãe).
A sua lenda surgiu na Grécia ,e é a seguinte:
Perséfone (filha de Deméter), estava brincando num belo prado perto de Hena, na Sicília, com as filhas de Oceano, o deus mar. Enquanto brincava distraída, percebeu uma bela planta com centenas de flores, que espalhavam um perfume suave por todo o lugar. Esta planta, tinha sido enviada à terra para seduzir a jovem, pela deusa-mãe Gaia a pedido de Hades, o senhor do mundo inferior.
Quando ela se abaixou para colher algumas flores, abriu-se uma fenda na terra, e dela surgiu um deus, montado numa carruagem de ouro com negros cavalos a puxa-la. Esse deus era Hades, diante dele tanto a luta quanto os gritos de Perséfone se mostraram inúteis. A jovem foi raptada e levada para o reino subterrâneo.
Os gritos de Perséfone foram ouvidos apenas por sua mãe, Deméter, a deusa da fertilidade e da agricultura, e por Hécate, uma divindade da Lua. Deméter ficou desesperada ao notar o desaparecimento da filha, e tentou, sem sucesso, seguir as suas pegadas. Por acidente, no mesmo momento em que Hades levou Perséfone à força, passava por aquele local uma manada de porcos, tendo as pegadas da donzela se misturado com as pegadas dos porcos. Naquele momento em que a terra se abriu para receber Hades e Perséfone, a manada de porcos também caiu no abismo.
Deméter vasculhou a terra em busca de algum sinal. Vagou desesperada durante nove dias e nove noites, levando na mão apenas uma tocha em forma de longo bastão. No décimo dia encontrou Hécate, e juntas foram até o deus sol Febo, que tudo vê, e assim souberam o que havia ocorrido com a jovem raptada.
Deméter ficou tão triste que fugiu da companhia dos deuses. Afinal, por que o grande Zeus, pai de Perséfone, havia permitido que sua filha fosse levada ao mundo dos mortos? Cheia de raiva, privou a terra de toda a fertilidade , a terra não daria mais nenhum fruto, nem para deuses nem para homens. Uma grande fome ameaçava toda a humanidade.  Tomou a forma de uma mulher idosa e passou a vagar entre os homens como uma mendiga. Permaneceu alguns dias sentada junto a um poço, denominado Poço da Virgem. Serviu também de governanta num palácio real perto de Elêusis, cidade na qual foi reconhecida e muito bem recebida. Em Elêusis foi construído um templo em sua homenagem, no qual ela passou a morar, e a cidade tornou-se o maior santuário da deusa na Grécia.
E todo um ano se passou sem que na terra nascesse uma planta sequer. De nada haviam adiantado as súplicas de todos os deuses - mesmo os pedidos do poderoso Zeus. Até que, por fim, Zeus ordenou que a jovem Perséfone, agora esposa de Hades e deusa dos ínfernos, fosse libertada.
Abraçada e acompanhada de sua mãe e de Hécate, a deusa retornou ao Olimpo. Neste momento os campos e pastagens novamente floresceram e a vida retornou à terra. Mas que surpresa! - a jovem já não podia mais abandonar o Reino de Hades para sempre, pois quem come da comida do mundo dos mortos, fica preso a ele, e Perséfone havia comido uma semente de romã na mansão de seu marido.
Zeus estabeleceu então, que a jovem deveria passar um terço de cada ano com Hades. Assim, toda vez que ela retornava aos Ínferos, a terra parava de produzir frutos e chegava o inverno, e quando ela retornava à casa de sua mãe a terra cobria-se com os grãos vivificadores.
Todos os anos as divindades eram honradas no templo de sua cidade, e eram celebrados os mistérios de Elêusis, onde o sofrimento de Deméter e a descida e subida) de Perséfone eram representados aos iniciados neste rito religioso.
Webgrafia/bibliografia:
http://bercodamitologia.blogspot.com/2011/03/demeter.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%A9ter

Trabalho realizado por:
Alexandre Pereira

Zeus


Zeus
Zeus é o principal Deus da mitologia grega (filho do titã Cronos e da titânide Rea).
Há várias versões da lenda do nascimento de Zeus:
Na maioria delas, ele nasceu na ilha de Creta, num monte que pode ter sido o Egeon, o Dicte ou o Ida.
Uma das várias versões revelam que Gaia levou Reia para dar à luz secretamente o filho na caverna de Dicte, onde nasce o seu filho Zeus, ficando aos cuidados de Gaia e das ninfas da floresta.
Criado por semideuses e por ninfas, existem também versões em que Zeus fica aos cuidados de centauros, sendo amamentado por uma cabra chamada Amalteia, depois de morta a sua pele revestiu o escudo de Zeus.
Esta protecção do 6º filho de Cronos é atribuida a uma lenda segundo a qual, Cronos, que reinava no universo, foi advertido por um oráculo de que um de seus filhos iria destroná-lo. Passou, portanto, a devorar os seus descendentes, logo após o nascimento. Ao dar à luz o sexto filho, Rea resolveu salvá-lo da decisão paterna por meio de uma artimanha. Escondeu o menino e deu a Cronos uma pedra envolvida em fraldas, do tamanho do recém-nascido. Cronos engoliu a pedra e Zeus sobreviveu. Noutras versões Rea dá um cavalo bebé a Cronos.
Ao tornar-se adulto, Zeus resolveu conquistar o trono de seu pai, e deu-lhe uma droga para beber que o fez vomitar os outros filhos anteriormente engolidos: Deméter, Hera, Héstia, Hades e Poseidon. Juntos, os irmãos enfrentaram Cronos e os outros titãs, contando com a ajuda dos Cíclopes e dos gigantes Hecatônqueires, que Zeus tinha
libertado do Tártaro, região situada nas profundezas do mundo (abaixo do próprio inferno).
A guerra duraria 100 anos, sendo vencida pelos
deuses olímpicos, que então partilharam o universo. Zeus ficou com o céu e a Terra, Poseidon ficou com os oceanos e Hades ficou com o mundo dos mortos.

Influência na cultura grega:A mitologia grega é bastante rica em termos de contos e explicações da origem do mundo, atribuindo todos os poderes aos deuses, que segundo a crença geral, moravam no Monte Olimpo e sobre os quais imaginaram vários mitos.
A religião era muito importante para a cultura grega, era um fator de unidade entre os gregos que respeitavam todos as mesmas divindades. Contudo, a mitologia Grega para além dos significados religiosos foi também ganhando um carácter artístico, sendo também divulgada através da arte.
Além de uma grande quantidade de templos (arquitectura) e da escultura a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Podemos destacar a obra de Homero “ A Ilíada e a Odisseia” e Hesíodo através da obra “Teogonia” que recolheram nas suas obras, estas fantásticas histórias (mitos).
Zeus é o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, foi considerado um deus dos fenómenos naturais, sendo-lhe atribuídos os raios, trovões, chuvas e tempestades e mais tarde, foi também associado à
justiça e à lei.
Os gregos veneravam os seus deuses, prestando-lhe culto. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era
a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Um dos santuários mais venerados era o de Zeus, atraindo pessoas de todo o mundo grego. Sendo os Jogos Olímpicos, originalmente realizados em sua honra, onde os gregos de 4 em 4 anos exibiam as suas proezas atléticas.

Webgrafia
http://www.portalangels.com/educacao/educacao/arte/zeus-o-rei-dos-deuses-senhor-do-olimpo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_minoica#Zeus
http://www.mundodosfilosofos.com.br/deuses.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus

Trabalho realizado por: Mariana Cortes 7ºA nº19

Édipo

Édipo e a Esfinge
Édipo, é de origem mitológica o significado do complexo, significa que amou a sua própria mãe sem saber a sua verdadeira identidade. Famoso por matar o seu pai e casar–se com a sua própria mãe.
Segundo a lenda grega, Laio, o rei de Tebas havia sido alertado pelo oráculo de Delfos que uma maldição iria concretizar-se: seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe. Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o num monte pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo.

Webgrafia:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/escola/sofistas/ecclesia.htm

Trabalho realizado por:
Andreína

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

As Erínias

As Erínias surgiram das gotas de sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Elas eram também chamadas Eumênides, que em grego tem o significado de Bondosas ou as Benevolentes.
Erínias
Os seus nomes são Alecto, a encolerizada, que se ocupa de punir os crimes morais como a soberba, a ira e a cólera espalhando pestes e maldições e perseguindo os criminosos com tochas não permitindo que dormissem sossegados. Megaira, que representa o rancor, a inveja a cobiça e o ciúme, persegue principalmente os criminosos do matrimonio, isto é os que praticam o adultério e a infidelidade. Tisífone vingava-se de quem cometia homícidios. Os homens tinham muito receio delas e por isso fugiam da sua presença. Elas eram forças primitivas da Natureza que se ocupavam de vingar os crimes.
As Erínias eram horrendas com asas de morcego, dos seus olhos escorria sangue em vez de lágrimas e os seus cabelos tinham madeixas entrançadas de serpentes, muitas vezes faziam-se acompanhar deste animais, armadas de chicotes e de tochas acessas.
Elas viviam nas profundezas do tártaro e tinham como principal função castigar os crimes cometidos, torturando almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone.
A população para não atrair a sua raiva a si, intitulou-as de bondosas. Em Atenas usava-se como expressão Semnai Theai ou então deusas veneradas. Segundo a versão de Ésquilo, as Erínias são filhas da deusa Nix a deusa da noite e na sua peça elas são só três. Mas de acordo com outras versões vivem no inframundo onde descansam até que as chamem de volta à Terra.

Webgrafia:
http://pt.eravo.com/Erínias

Trabalho Realizado Por:
Sandra Malveiro 

Medusa

Perseu com a cabeça da Medusa
A Medusa era uma das três irmãs górgonas, era filha de Fórcis e Ceto. Quem olhasse diretamente para ela era transformado em pedra; a Medusa, ao contrário das suas irmãs, era mortal e, um dia, foi decapitada por Perseu, que utilizou a sua cabeça como arma.
Perseu, mais tarde entregou a cabeça à deusa Atena, que a colocou no seu escudo. A Medusa servia para afugentar o mal conhecido como Gorgoneion.
Medusa foi uma donzela mas, um dia, Medusa deitou-se com Poseidon, o deus dos mares no templo de Atenas; a deusa, enfurecida transformou o seu cabelo em serpentes e pôs a sua cara tão feia que quando alguém olhasse para ela se transformaria em pedra.
Perseu tinha a missão de trazer a cabeça de Medusa. Perseu fê-lo utilizando umas sandálias que lhe dava o elmo da invisibilidade, uma espada e um escudo espelhado que permitia Perseu ver o reflexo de Medusa sem se transformar em pedra. Quando separou a cabeça do pescoço da Medusa, nasceram dois animais: o cavalo alado, Pégaso e o gigante dourado Crisaor.
Medusa
Algumas das taças de vinho atenienses nos meados do século VI a.C. apresentavam o seguinte aspeto: cerca da berma, no interior da taça, desenhavam-se cachos de uvas, não deixando dúvidas que naquela taça se servia apenas vinho; já perto do fundo, estão desenhadas em todo o contorno umas figuras negras de rapazes nus a servirem vinho aos convidados, enquanto que na base da taça, estava estampado o símbolo da Górgona, ou seja, quem bebesse por essas taças, no momento em que o vinho chegasse a um nível onde que era permitido poder-se ver as figuras negras, os servidores desnudados, significava que a taça necessitava de ser enchida; a cabeça da Górgona depositada no fundo, seria uma mensagem humorística que indicava ao convidado manter a taça do vinho sempre cheia durante a festa, caso contrário, viria a figura da Górgona desvendada e seria transformado em pedra.
Um rei, da cidade grega de Argo, uma noite sonhou que o seu futuro neto o iria assassinar, então prendeu a sua filha, chamada Danae, numa torre que a impedisse de se casar e ter filhos (o neto que iria assassinar o rei). Zeus fez diminuir o sofrimento da princesa e mandou um deus lá, que disse: " Não temas, bela donzela. Sou um deus poderoso e vi o que o teu pai  te fez. O teu sofrimento e resignação fizeram-me querer fazer de ti a minha esposa". Transformou a torre num lugar maravilhoso, com sol e cheio de flores. 9 meses depois, nasceu Perseu. O rei com medo pôs a sua filha e o seu neto numa caixa de madeira no mar. Zeus, o pai fez a caixa ir ter a uma ilha chamada Serifo. Ditti, um sábio da ilha, encontrou a caixa, abriu-a e encontrou Perseu e Danae e ai ela encontrou paz! Mas mais tarde apareceu Polidette, o rei da ilha, que se apaixonou por Danae. Perseu cresceu e Danae continuou rejeitando o pedido do rei, ele perdeu a paciência e descarregou a sua raiva em Perseu dizendo que devia matar a Medusa em forma de agradecimento à hospitalidade que ele e a sua mãe lhe deram. O rei pensava que Danae, para o filho não correr perigo casava com ele, mas Perseu foi porque sabia que se não fosse a sua mãe morria.




Webgrafia:
http://medusaanjodemonio.blogspot.com/2005/12/origem.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Medusa
http://wwwmuciovicente.blogspot.com/2010/04/historia-de-perseu-e-medusa.html

Trabalho Realizado Por:
André Palmeiro, nº 5

Hades

Hades -
Museo nazionale romano di palazzo Altemps, Roma, Itálias
Hades era considerado filho de Crono e de Réia e irmão de Zeus, Posídon, Hera, Deméter e Héstia. Acredita-se que durante a titanomaquia que ele recebeu dos ciclopes um capacete que tornava o seu utilizador invisível. Na partilha que se seguiu à luta, coube-lhe o controle do mundo subterrâneo e dos mortos.
A titanomaquia foi a guerra entre os Titãs, liderados por Cronos, e os Deuses Olípicos, liderados por Zeus, que definiria o domínio do universo. Zeus conseguiu vencer Cronos após resgatar seus irmãos depois de uma luta que durou dez anos.
Poesia
O Hades é pouco conhecido
mas também é um Deus.
Ele foi rei do submundo
e era irmão de Zeus.

Dos fantásticos ciclopes
Hades recebeu,
um capacete que em invisivel
o seu corpo converteu.
Influência na Cultura Grega
Hades era um Deus pouco importante na cultura Grega, ele costuma apresentar um papel secundário na mitologia, pois o fato de ser o governante do Mundo dos Mortos faz com que seu trabalho seja como por assim dizer "dividido" entre outras divindades, tais como o Tanatos, deus da morte, ou as Queres (Ker) - estas últimas retratadas na Ilíada recolhendo avidamente as almas dos guerreiros, enquanto Tanatos surge nos mitos da bondosa Alceste ou do astuto Sísifo.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hades
http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0172

Trabalho Realizado Por:
Frederico Santos

Afrodite

Afrodite
Afrodite era considerada a deusa da beleza e do amor. Conta a lenda que Afrodite nasceu quando cronos teria cortado os genitais ao pai de Afrodite ( Úrano ). O cronos deitou ou órgãos genitais do pai de Afrodite ao mar e, como conta a lenda da espuma formada, nasceu Afrodite que flutuou até à costa dentro de uma concha.
Outra das lendas conta que a Afrodite teria nascido perto de Chipre por esse motivo também lhe era dado o nome de “cipria”, também e dizia que Afrodite seria filha de Zeus e Dione fazendo com que por vezes fosse tratada pelo nome da possível mãe.
 A Afrodite teve mais importância pois foi crucial para a lenda de “eros e psiques“.
Assim como pelo acto te ter tido muitos amantes e vários filhos.

web-grafia: 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Afrodite
  
 Trabalho Realizado Por:
 Ana Pinela 

Hércules

Hércules a lutar com a Hidra
Hércules, semideus grego, filho de Zeus e da mortal Alcmena, tinha como principal qualidade a força física. As mais conhecidas das suas façanhas estão presentes nas doze tarefas que Hércules concretizou, mais conhecidas por « os doze trabalhos de Hércules ».
Hércules, derrotou monstros e cumpriu vários desafios, que para os humanos seriam impossíveis. Os seus feitos de campeão e grande guerreiro, valeram-lhe por parte do povo a ascensão aos reinos dos deuses.
Hércules foi também quem criou os Jogos Olímpicos, com a finalidade de reunir todas as pessoas.

A lenda
A lenda de Hércules começa, com ele ainda no berço, Hera a mulher de Zeus revoltada, com a traição do marido, enviou duas serpentes, mas Hércules estrangulou-as. Já noutra tentativa de vingança, Hera levou Hércules a matar a sua esposa Mégara e os seus três filhos.
Para castigo, o oráculo de Delfos atribui-lhe doze tarefas, mais conhecidas por «Os Doze Trabalhos de Hércules »:
Hércules e o cão Cérbero
  1. Matar o leão de Nemeia;
  2. Matar a Hidra de Lerna;
  3. Capturar o javali de Erimauto;
  4. Capturar a corça de Cerineia;
  5. Expulsar as aves do lago Estinfalo;
  6. Limpar as estrebarias de Aúgias;
  7. Capturar o touro de Creta;
  8. Capturar os cavalos de Diómedes;
  9. Obter o cinturão de Hipólita, rainha das Amazonas;
  10. Buscar os bois de Gerião;
  11. Buscar os pomos de ouro do jardim das Hespérides;
  12. Capturar o cão Cérbero.
Realizadas as tarefas, além de ficar isento do seu crime, alcançou a imortalidade. Mais tarde, casou-se com Dejanira, que lhe causou a morte, mas como possuía a imortalidade, foi levado para o Olimpo, onde casou com a deusa da juventude, Hebe.
 
Bibliografia:
http://articlesfilmesantigosclub.blogspot.com/2012/01/o-mitologico-hercules-no-cinema-e-seus.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9rcules%23Cultura_popular
http://www.infoescola.com/mitologia-grega/hercules/-
http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega/herois_gregos.htm
 
Trabalho realizado por:
Diogo Trinchante / 7ºA / Nº12