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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Culto Popular

Os cultos populares ou sacra popularia eram cultos em nome de Ceres que era a deusa das sementeiras e dos cereais. Os romanos também acreditavam que existiam seres que habitavam todos os locais elementos da Natureza, chamdos “numina”, que eram respeitados e sagrados pela população atraves de preces e sacrifícios.As cerimónias  religiosas estavam ligadas à condição natural dos mortais, à vida agrária, à proteção dos alimentos. Veneravam  as divindades protectoras do campo e da vida dos homens, como por exemplo as  “cerealia”, ligadas ao crescimento dos cereais; as “neptunalia”, relacionada com a captação e canalização das águas; as “Vinalia”, para celebrar a abertura das vindimas.
Existiam também outro tipo de cerimonias, relaciondas às atividades e ao percurso cívico dos cidadãos, as “Liberalia”, a tomada da toga viril pelos jovens e as “Lupercalia” que celebram o fim do ano.
As cerimónias em honra dos deuses eram conduzidas por sacerdotes, os pontífices, eleitos entre os cidadãos, políticos ou militares.
O seu chefe, o   “Pontifex Maximus”, presidia aos sacrifícios oficiais e organizava o calendário das cerimonias nacionais. Eram eles que diziam qual a vontade dos deuses e as transmitiam aos romanos.

Bibliografia:

Trabalho realizado por:
Sandra Malveiro

quarta-feira, 21 de março de 2012

Caracala


Busto de Caracala

Caracala nasceu no ano 188 e a sua terra natal é Gália. Caracala era o filho mais velho de Septímio Severo e da futura imperatriz Julia Domna. Ele foi o sucessor de Septímio Severo. No entanto, na altura em que nasceu, o seu pai ainda era o governador de Gália Lugdunense.
No ano 202 d.C por incumbência de seu pai, o imperador Severo, e da influência de Fúlvio Plaucino promoveu o casamento de Públia Fúlvia com Caracala, mas Caracala recusou pois desconfiava dos objetivos políticos de Plauciano.
A rivalidade entre Caracala e Geta depois da morte de seu pai passou a ódio, apesar de seu pai ter a esperança do entendimento entre eles de forma a que partilhassem o poder, e que pudessem dividir o império passando a ser Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente. Mas o seu ódio eram tão grande que Caracala através de uma armadilha montada mandou matar o irmão e considerá-lo inimigo público pelo Senado.
Caracala tentou caracterizar-se como imperador guerreiro, conforme o conselho do seu pai, Caracala aumentou significativamente o salário dos soldados. Para isso, ele desvalorizou o denarius, diminuindo a quantidade de prata nessa moeda, de maneira a que o poder imperial pudesse cunhar mais moedas para assim conseguir pagar aos seus soldados. Na realidade, Caracala possuía um misto de admiração e temor pelos seus soldados. Por isso, Caracala fez o máximo para angariar a fidelidade deles, além de aumentar o seu salário, o imperador vivia entre os soldados, adotando as mesmas roupas, comendo da mesma comida e usando o mesmo vocabulário, compartilhando mesmo os seus trabalhos braçais.
No reinado de Caracala uma das obras mais importantes foi a construção das Termas de Caracala, a última grande intervenção urbana que Roma sofreu enquanto capital do Império Romano. Um enorme complexo de banhos, bibliotecas e espaços privados.
Caracala extendeu a cidadania romana para todo o homem e mulher livre que vivessem dentro das fronteiras do Império Romano, abrangendo assim a área do fisco romano para todos os seus habitantes. Medida que tornou Caracala extremamente impopular por todas as províncias do Império.
A sua instabilidade mental, o tratamento brutal aos seus adversários e sua política fiscal muito severa, além do tratamento privilegiado por ele concedido aos seus funcionários e aos soldados de carreira, fizeram com que se tornasse odiado. Uma das grandes razões pela qual ficou conhecido foi pelo massacre dos habitantes de Alexandria, que ao saberem que o imperador iria visitar essa cidade, em 215 d.C, alguns habitantes satirizaram a afirmação que Caracala havia matado Geta por autodefesa. Ao saber disso, o imperador enfureceu-se e massacrou mais de vinte mil habitantes em Alexandria.
A ira de Caracala e seu apoio quase incondicional das legiões tornavam-o extremamente temido, ainda que muitas vezes odiado. Apesar de seu esforço em agradar aos soldados, ele não conseguiu agradar a todos, pois um deles aproveitou um momento de fragilidade de Caracala para esfaqueá-lo pelas costas enquanto urinava.

Webgrafia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caracala

Trabalho realizado por:
Sandra Malveiro

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

As Erínias

As Erínias surgiram das gotas de sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Elas eram também chamadas Eumênides, que em grego tem o significado de Bondosas ou as Benevolentes.
Erínias
Os seus nomes são Alecto, a encolerizada, que se ocupa de punir os crimes morais como a soberba, a ira e a cólera espalhando pestes e maldições e perseguindo os criminosos com tochas não permitindo que dormissem sossegados. Megaira, que representa o rancor, a inveja a cobiça e o ciúme, persegue principalmente os criminosos do matrimonio, isto é os que praticam o adultério e a infidelidade. Tisífone vingava-se de quem cometia homícidios. Os homens tinham muito receio delas e por isso fugiam da sua presença. Elas eram forças primitivas da Natureza que se ocupavam de vingar os crimes.
As Erínias eram horrendas com asas de morcego, dos seus olhos escorria sangue em vez de lágrimas e os seus cabelos tinham madeixas entrançadas de serpentes, muitas vezes faziam-se acompanhar deste animais, armadas de chicotes e de tochas acessas.
Elas viviam nas profundezas do tártaro e tinham como principal função castigar os crimes cometidos, torturando almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone.
A população para não atrair a sua raiva a si, intitulou-as de bondosas. Em Atenas usava-se como expressão Semnai Theai ou então deusas veneradas. Segundo a versão de Ésquilo, as Erínias são filhas da deusa Nix a deusa da noite e na sua peça elas são só três. Mas de acordo com outras versões vivem no inframundo onde descansam até que as chamem de volta à Terra.

Webgrafia:
http://pt.eravo.com/Erínias

Trabalho Realizado Por:
Sandra Malveiro 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A economia egipcia

Os egipícios não conheciam a moeda e, devido a isso, para comprarem ou venderem tinham de fazer trocas entre si.
A agricultura era a principal atividade da economia egpícia, mas precisava do rio Nilo, que devido às cheias tornava assim o solo bem fértil, para poderem ser cultivadas e muito produtivas. Cultivavam trigo, cevada, linho, algodão, legumes, árvores de fruto e papiro.
Eles também praticavam a pecúaria, criavam gado, bovinos e ovinos, mas principalmente o gado bovino. Para além da pecúaria os egipíos caçavam patos e pescavam.
Os egipíos faziam cerâmica e artesanato com a pedra, a madeira e o metal. Eles também importavam materias como a madeira, metais e exportavam produtos artesanais e agrícolos.

Trabalho realizado por:
Sandra Malveiro

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Homo Heidelbergensis

O Homo heidelbergensis surgiu há mais de 500 000 anos e sobreviveu, durante pelo menos 250 000 anos. Deram-lhe este nome pelo facto de os primeiros fósseis descobertos terem sido encontrados próximos de Heidelberg, na Alemanha.
É um antepassado direto do homo neanderthalensis, além de apresentar bastantes semelhanças com os homo sapiens arcaicos encontrados na África.
Eram altos, mediam cerca de 1,75m, e eram muito fortes podiam chegar a pesar 100kg. Tinham um crânio grande com cerca de 1.350cm³ bastante nivelados em relação ao homem actual, tinham maxilares salientes e uma abertura nasal grande.
A parte de trás do crânio era mais arredondada do que nos homo erectus.
Os seus utensílios baseavam-se em pedras de corte e em algumas ferramentas de lascas. Há 400 000 anos, utilizavam-se lanças de madeira rudimentares. Também era muito comum que o fogo fosse utilizado, já que se encontram fogueiras junto aos seus vestígios.


Bibliografias:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_heidelbergensis


Trabalho realizado por:
Sandra Malveiro