sexta-feira, 16 de março de 2012

Juno

Juno e Júpiter
A Rainha dos Céus, Juno, ou como era conhecida na mitologia grega, Hera, era esposa de Júpiter e rainha dos céus. A mensageira de Juno era a deusa Aecoíris. A ave favorita de Juno é o pavão.

Mito de Juno
Júpiter deu uma poção a Saturno para resgatar os seus irmãos do estômago do velho, Cilebe pensou numa maneira de pôr a salvo a sua filha Juno do perigoso velho. Imaginava a sua filha a ser um dia a mais bonita e poderosa. Portanto mandou a filha para a cidade das Hespérides, o lugar onde viviam as três deusas encantadoras. Então prometeram a Cilebe que iam fazer a sua filha a mulher mais encantadora e poderosa. Juno era tão linda que nem podiam dizer que era feia, mas o que Juno queria ser era rainha do céu.
Portanto Juno procurava um rochedo muito alto para tentar chegar ao céu. Juno então viu uma nuvem em sua direcção desejando que chovesse mas estava mais concentrada em conseguir tocar no céu. Então várias nuvens se juntaram à outra que fizeram uma tempestade. Quando acabou a tempestade Juno desejou com muita força ser rainha dos céus e nesse momento apareceu a águia de Júpiter que voava em seu redor e que a agarrou e levou a cada vez mais alto até que atingiu o céu.
Quando lá chegou encontrou Júpiter que contou a história que tinha acontecido entre eles e os pais de ambos. Depois de lhe contar Juno agradeceu e depois de ver os poderes de Juno a manipular a tempestade quis que ela fosse sua esposa, ela aceitou e casaram-se e assim Juno conseguiu ser a rainha do céu.

Dicionário:
Hespérides - a cidade das senhoras da primavera
Águia de Júpiter – Júpiter tinha uma águia que lhe transportava os raios

Webgrafia:
http://www.lunaeamigos.com.br/mitologia/8.htm
http://pt.shvoong.com/humanities/1950519-juno-deusa-dos-c%C3%A9us/

Trabalho realizado por:
Rui Santos

quinta-feira, 8 de março de 2012

Platão


Platão
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental.
Juntamente com seu mentor,  Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia naturais, da ciência e da filosofia ocidental.  Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Aristóteles;  Platão era um apelido que,  e provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
A sofisticação de Platão como escritor é especialmente evidente em seus diálogos socráticos; trinta e cinco diálogos e treze cartas são creditadas tradicionalmente a ele, embora os estudiosos modernos tenham colocado em dúvida a autenticidade de pelo menos algumas destas obras.  Estas obras também foram publicadas em diversas épocas, e das mais variadas maneiras, o que levou a diferentes convenções no que diz respeito à nomenclatura e referenciação dos textos.
Embora não exista qualquer dúvida de que Platão lecionou na Academia fundada por ele, a função pedagógica de seus diálogos - se é que alguma existia - não é conhecida com certeza. Os diálogos, desde a época do próprio Platão, eram usados como ferramenta de ensino nos tópicos mais variados, como filosofia,  lógica,  retórica, matemática, entre outros.
 
Trabalho realizado por:
Rúben Pereira Nª28 / Turma: 7A

Heródoto

Heródoto
Vida
Heródoto foi um geógrafo e historiador grego, nascido no século V a.C. (485? –420 a.C.) em Halicarnasso. Pelo desejo de conhecer mais, viajou por todo o mundo grego, Pérsia e Egito.
Heródoto era filho de uma família influente, o seu pai fazia parte da vida política da sua polis e o seu tio era um importante poeta épico. Heródoto foi exilado quando era jovem, devido a razões políticas. Assim, viajou pelo mundo antigo, passando pelas costas do Mar Negro, por Cítia (sul da Rússia), Lídia (Turquia), Egito, Líbia, boa parte da própria Grécia e, acredita-se, pela Pérsia e Mesopotâmia. Foi ao longo desta viagem que recolheu informações sobre os costumes, mitos e histórias dos diferentes povos que conheceu.
Em Atenas, conheceu muitos intelectuais, desenvolvendo uma grande amizade com Sófocles, que fez menção das informações coletadas por Heródoto em suas peças, como "Antígona".
Ainda em Atenas, apresentou o resultado final de suas investigações, que se transformaria na sua célebre obra "Histórias" (publicada em nove livros, entre 430 e 424 a.C.), que tratava, ainda, das guerras entre os gregos e os persas, as Guerras Médicas. Foi por esta obra que o romano Cícero o chamou de "Pai da História".
Participou na fundação de uma colônia ateniense na Magna Grécia (sul da Itália), chamada Túrio (443 a.C.), onde parece ter vivido o resto de seus dias, tendo retornado algumas vezes a Atenas.
Obras importantes
Foi o autor da história da invasão persa da Grécia em meados do século V a.C., com o nome "As Histórias de Heródoto". Esta obra ficou reconhecida pela nova forma de literatura, pouco depois de ser publicada.
A obra está dividida em nove livros, cada um dos quais tem o nome de uma das musas. Este conjunto de nove livros está dividido em duas partes: Antes das Guerras Médicas - Livros I-IV (correspondentes às musas Clio, Euterpe, Tália e Melpómene); e Guerras Médicas - Livros V a IX (correspondentes a Terpsícore, Érato, Polímnia, Urânia e Calíope).
Porque ficou conhecido
Heródoto, não só contou acontecimentos passados, mas foi o primeiro a considerá-lo um problema filosófico ou um projecto de estudo que podia mostrar mais acerca do comportamento humano. Esta obra deu-lhe o título de "pai da história". Até esta altura a palavra história significava apenas "pesquisa". A partir daqui é que tomou o significado atual de "história".
Antes da decifração dos hieróglifos, a sua obra era o único documento sobre o Antigo Egito.
Contudo, na sua obra utilizou fontes muito diferentes e algumas pouco credíveis, misturou anedotas com acontecimentos importantes, pôs em causa alguns acontecimentos, mas aceitou outros igualmente pouco fidedignos. Ficou também conhecido pelo seu contributo na área da Geografia.
Webgrafia
       http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3doto
       http://www.infopedia.pt/$herodoto

       Trabalho realizado por:
 João Matos, nª15 7ªA

Reconstituição da Acrópole de Atenas


 
Trabalho Realizado por:
Rui Santos

quinta-feira, 1 de março de 2012

Adriano

Adriano
Públio Élio Trajano Adriano, nasceu a 24 de Janeiro de 76 , em Itálica, na atual Espanha, ou em Roma, na Itália, e faleceu a 10 de Julho de 138 com 62 anos de idade, em Bacoli, Itália. Era filho de Públio Élio Adriano Afer e de Domícia Paulina, casou com Víbia Sabina e foi pai adotivo de Lúcio Élio Vero e Antonino Pio .
Adriano, como era conhecido, era primo de Trajano e por ele foi nomeado para fazer várias bemfeitorias públicas, que o levaram a vir a ser adotado, posteriormente, e a ser Imperador. Embora, essa adoção fosse muito polémica, porque diziam que tinha sido uma farsa, feita pela imperatriz Plotina ( esposa de Trajano ).
Após se tornar Imperador, seguiu-se a execução sumária de quatro importantes ex-cônsules, em que um deles era o príncipe mouro e comandante de um contingente de cavalaria moura no exército romano, Lúsio Quieto, expoentes da politica de conquistas militares de Trajano. Logo essas execuções feitas, sem o consentimento do Senado, desencadearam a politica imperial, dirigida no sentido de aumentar o apoio do Principiado para além de Roma, mediante o contato entre o Imperador e as elites provinciais.
Adriano, abandonou a politica de conquistas de Trajano e iniciou uma nova política. Renunciando às conquistas recentes, retificando os limites da já antiga conquista de Dácia (atual Roménia), cedendo aos Sármatas, a planície do Baixo Danúbio e concentrando a sua ocupação na região da Transilvânia, que era protegida pela barreira natural dos cárpatos. Ordenou a demolição da ponte sobre o Danúbio, para evitar invasões, construiu muitas fortificações continuas na Germânia e na Inglaterra, para se proteger contra as invasões bárbaras, implementou uma grande reforma na administração, transformando o conselho do príncipe num órgão de governo e unificou a legislação.
E durante o seu reinado ( 117 d.c. – 138 d.c. ), Adriano foi Imperador, admirador da cultura grega, arquiteto, viajante e muito mais…

 
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Ruben Malveiro, 7º A, nº 25



Deméter/Demétra



Deméter

A deusa Deméter ou Demetra que em grego significa deusa mãe ou mãe da distribuição é a deusa da agricultura, das colheitas e do casamento. É filha de Cronos (deus da agricultura) e Reia (deusa mãe).
A sua lenda surgiu na Grécia ,e é a seguinte:
Perséfone (filha de Deméter), estava brincando num belo prado perto de Hena, na Sicília, com as filhas de Oceano, o deus mar. Enquanto brincava distraída, percebeu uma bela planta com centenas de flores, que espalhavam um perfume suave por todo o lugar. Esta planta, tinha sido enviada à terra para seduzir a jovem, pela deusa-mãe Gaia a pedido de Hades, o senhor do mundo inferior.
Quando ela se abaixou para colher algumas flores, abriu-se uma fenda na terra, e dela surgiu um deus, montado numa carruagem de ouro com negros cavalos a puxa-la. Esse deus era Hades, diante dele tanto a luta quanto os gritos de Perséfone se mostraram inúteis. A jovem foi raptada e levada para o reino subterrâneo.
Os gritos de Perséfone foram ouvidos apenas por sua mãe, Deméter, a deusa da fertilidade e da agricultura, e por Hécate, uma divindade da Lua. Deméter ficou desesperada ao notar o desaparecimento da filha, e tentou, sem sucesso, seguir as suas pegadas. Por acidente, no mesmo momento em que Hades levou Perséfone à força, passava por aquele local uma manada de porcos, tendo as pegadas da donzela se misturado com as pegadas dos porcos. Naquele momento em que a terra se abriu para receber Hades e Perséfone, a manada de porcos também caiu no abismo.
Deméter vasculhou a terra em busca de algum sinal. Vagou desesperada durante nove dias e nove noites, levando na mão apenas uma tocha em forma de longo bastão. No décimo dia encontrou Hécate, e juntas foram até o deus sol Febo, que tudo vê, e assim souberam o que havia ocorrido com a jovem raptada.
Deméter ficou tão triste que fugiu da companhia dos deuses. Afinal, por que o grande Zeus, pai de Perséfone, havia permitido que sua filha fosse levada ao mundo dos mortos? Cheia de raiva, privou a terra de toda a fertilidade , a terra não daria mais nenhum fruto, nem para deuses nem para homens. Uma grande fome ameaçava toda a humanidade.  Tomou a forma de uma mulher idosa e passou a vagar entre os homens como uma mendiga. Permaneceu alguns dias sentada junto a um poço, denominado Poço da Virgem. Serviu também de governanta num palácio real perto de Elêusis, cidade na qual foi reconhecida e muito bem recebida. Em Elêusis foi construído um templo em sua homenagem, no qual ela passou a morar, e a cidade tornou-se o maior santuário da deusa na Grécia.
E todo um ano se passou sem que na terra nascesse uma planta sequer. De nada haviam adiantado as súplicas de todos os deuses - mesmo os pedidos do poderoso Zeus. Até que, por fim, Zeus ordenou que a jovem Perséfone, agora esposa de Hades e deusa dos ínfernos, fosse libertada.
Abraçada e acompanhada de sua mãe e de Hécate, a deusa retornou ao Olimpo. Neste momento os campos e pastagens novamente floresceram e a vida retornou à terra. Mas que surpresa! - a jovem já não podia mais abandonar o Reino de Hades para sempre, pois quem come da comida do mundo dos mortos, fica preso a ele, e Perséfone havia comido uma semente de romã na mansão de seu marido.
Zeus estabeleceu então, que a jovem deveria passar um terço de cada ano com Hades. Assim, toda vez que ela retornava aos Ínferos, a terra parava de produzir frutos e chegava o inverno, e quando ela retornava à casa de sua mãe a terra cobria-se com os grãos vivificadores.
Todos os anos as divindades eram honradas no templo de sua cidade, e eram celebrados os mistérios de Elêusis, onde o sofrimento de Deméter e a descida e subida) de Perséfone eram representados aos iniciados neste rito religioso.
Webgrafia/bibliografia:
http://bercodamitologia.blogspot.com/2011/03/demeter.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%A9ter

Trabalho realizado por:
Alexandre Pereira

Zeus


Zeus
Zeus é o principal Deus da mitologia grega (filho do titã Cronos e da titânide Rea).
Há várias versões da lenda do nascimento de Zeus:
Na maioria delas, ele nasceu na ilha de Creta, num monte que pode ter sido o Egeon, o Dicte ou o Ida.
Uma das várias versões revelam que Gaia levou Reia para dar à luz secretamente o filho na caverna de Dicte, onde nasce o seu filho Zeus, ficando aos cuidados de Gaia e das ninfas da floresta.
Criado por semideuses e por ninfas, existem também versões em que Zeus fica aos cuidados de centauros, sendo amamentado por uma cabra chamada Amalteia, depois de morta a sua pele revestiu o escudo de Zeus.
Esta protecção do 6º filho de Cronos é atribuida a uma lenda segundo a qual, Cronos, que reinava no universo, foi advertido por um oráculo de que um de seus filhos iria destroná-lo. Passou, portanto, a devorar os seus descendentes, logo após o nascimento. Ao dar à luz o sexto filho, Rea resolveu salvá-lo da decisão paterna por meio de uma artimanha. Escondeu o menino e deu a Cronos uma pedra envolvida em fraldas, do tamanho do recém-nascido. Cronos engoliu a pedra e Zeus sobreviveu. Noutras versões Rea dá um cavalo bebé a Cronos.
Ao tornar-se adulto, Zeus resolveu conquistar o trono de seu pai, e deu-lhe uma droga para beber que o fez vomitar os outros filhos anteriormente engolidos: Deméter, Hera, Héstia, Hades e Poseidon. Juntos, os irmãos enfrentaram Cronos e os outros titãs, contando com a ajuda dos Cíclopes e dos gigantes Hecatônqueires, que Zeus tinha
libertado do Tártaro, região situada nas profundezas do mundo (abaixo do próprio inferno).
A guerra duraria 100 anos, sendo vencida pelos
deuses olímpicos, que então partilharam o universo. Zeus ficou com o céu e a Terra, Poseidon ficou com os oceanos e Hades ficou com o mundo dos mortos.

Influência na cultura grega:A mitologia grega é bastante rica em termos de contos e explicações da origem do mundo, atribuindo todos os poderes aos deuses, que segundo a crença geral, moravam no Monte Olimpo e sobre os quais imaginaram vários mitos.
A religião era muito importante para a cultura grega, era um fator de unidade entre os gregos que respeitavam todos as mesmas divindades. Contudo, a mitologia Grega para além dos significados religiosos foi também ganhando um carácter artístico, sendo também divulgada através da arte.
Além de uma grande quantidade de templos (arquitectura) e da escultura a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Podemos destacar a obra de Homero “ A Ilíada e a Odisseia” e Hesíodo através da obra “Teogonia” que recolheram nas suas obras, estas fantásticas histórias (mitos).
Zeus é o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, foi considerado um deus dos fenómenos naturais, sendo-lhe atribuídos os raios, trovões, chuvas e tempestades e mais tarde, foi também associado à
justiça e à lei.
Os gregos veneravam os seus deuses, prestando-lhe culto. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era
a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Um dos santuários mais venerados era o de Zeus, atraindo pessoas de todo o mundo grego. Sendo os Jogos Olímpicos, originalmente realizados em sua honra, onde os gregos de 4 em 4 anos exibiam as suas proezas atléticas.

Webgrafia
http://www.portalangels.com/educacao/educacao/arte/zeus-o-rei-dos-deuses-senhor-do-olimpo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_minoica#Zeus
http://www.mundodosfilosofos.com.br/deuses.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus

Trabalho realizado por: Mariana Cortes 7ºA nº19

Édipo

Édipo e a Esfinge
Édipo, é de origem mitológica o significado do complexo, significa que amou a sua própria mãe sem saber a sua verdadeira identidade. Famoso por matar o seu pai e casar–se com a sua própria mãe.
Segundo a lenda grega, Laio, o rei de Tebas havia sido alertado pelo oráculo de Delfos que uma maldição iria concretizar-se: seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe. Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o num monte pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo.

Webgrafia:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/escola/sofistas/ecclesia.htm

Trabalho realizado por:
Andreína

Ésquilo


Ésquilo
Ésquilo, também conhecido pelo pai da tragédia, nasceu em 525 a.C. em Elêusis, uma pequena cidade perto de Atenas. A sua familia era rica e tinha uma boa posição social, o seu pai Eufórion, era membro dos eupátridas, a antiga nobreza da Ática.
Ésquilo  participou nas importantes batalhas de Salamina, Maratona e Platéias. Ainda jovem, Ésquilo trabalhou num vinhedo. O seu sonho sempre foi ser um trágico. Começou a escrever a sua primeira tragédia quando tinha apenas 26 anos.
Durante a época em que Ésquilo viveu, as competições dramáticas passaram a ser uma parte integrante da Dionísia da Cidade, realizada durante a primavera. A primeira competição da qual Ésquilo teria participado reuniu três autores que apresentaram três tragédias cada um, seguidas por uma pequena peça satírica. Ésquilo participou em muitas destas competições ao longo da sua vida, e diversas das fontes antigas atribuem-lhe entre setenta e noventa peças a ele.
Segundo alguns estudiosos de sua obra, ele produziu 79 tragédias, enquanto outros atribuem ao dramaturgo a criação de pelo menos 90 peças, das quais foram preservadas apenas sete tragédias integrais, além de alguns trechos de outras.

São elas:
Os Persas (472 a.C.);
Sete Contra Tebas (467 a.C.);
As Suplicantes (c. 463 a.C.);
Prometeu Acorrentado (c. 462-459 a.C.);
Agamemnon (458 a.C.);
Coéforas (458 a.C.);
Eumênides (458 a.C.).

As três últimas formam a única trilogia que sobreviveu integralmente, a Orestéia, uma das mais comoventes peças trágicas da Antiguidade.
Em 458 a.C. retornou à Sicília pela última vez, visitando a cidade de Gela, onde veio a morrer em 456 ou 455. Diz-se que morreu ao ser atingido por uma pedra, lançada na sua cabeça calva, confundida com uma tartaruga por uma águia, que tinha como objetivo romper a carapaça do animal.
A obra de Ésquilo era tão respeitada pelos atenienses que, após sua morte, as suas tragédias passaram a ser as únicas a poderem ser reencenadas nas edições seguintes das competições teatrais da cidade. Os seus filhos, Eufórion e Evéon, e seu sobrinho, Filócles, seguiram os seus passos e também se tornaram dramaturgos.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo ; http://www.suapesquisa.com/biografias/esquilo.htm ; http://pensador.uol.com.br/autor/esquilo/biografia/ ; http://www.infoescola.com/biografias/esquilo/

Trabalho relizado por:
Filipa

Cultura da Grécia

Acrópole de Atenas
A Grécia estava situada na Península Balcânica, banhada pelo mar Egeu, da costa ocidental, banhada pelos mares Jónio e Medierrâneo.
Os gregos tinham conflitos e diferenças entre si, mas tinham também muitos elementos culturais em comum. Falavam a mesma língua e tinham uma religião comum, acreditavam nos mesmos deuses.
Reconheciam-se como helenos (gregos) e chamavam de bárbaros os estrangeiros que não falavam a sua língua e não tinham seus costumes, ou seja, os povos que não pertenciam ao mundo grego.
  • Educação em Atenas
  • Em Atenas, apesar das mulheres também serem educadas para as tarefas de mãe e esposa, a educação era tratada de outra forma, pois até mesmo nas classes mais pobres da sociedade ateniense encontrava-se homens alfabetizados. Eles eram ensinados para cuidarem não só da mente como também do corpo, o que lhes dava vantagem na hora da guerra, pois eram tão bons guerreiros quanto estrategas.
    Os meninos, aos sete anos, começavam a sua instrução na escola e nas suas próprias casas. O Pedagogo - um escravo especial - eram escolhido para os orientar. Antigos poetas como Homero a base da sua aprendizagem.
     
  • Jogos Olímpicos
  • Um exemplo de atividade cultural comum entre os gregos foram os Jogos Olímpicos. Os gregos das mais diversas cidades reuniam-se em Olímpia para a realização de um festival de competições. Esse festival ficou conhecido como Jogos Olímpicos. Os jogos olímpicos eram realizados em honra de Zeus (o mais importante deus grego) e incluíam provas de diversas modalidades desportivas: corridas, saltos, arremesso de disco, lutas corporais. Além do desporto haviam também competições musicais e poéticas. Os Jogos Olímpicos eram anunciados por todo o mundo grego dez meses antes de sua realização. Os gregos atribuíam tanta importância a essas competições que chegavam a interromper guerras entre cidades (trégua sagrada) para não prejudicarem a realização dos jogos. 
     
  • Arte
  • Um dos mais expressivos monumentos do período antigo é o Partenon, templo com colunas dóricas, construído entre 447 e 438 a.C. na acrópole de Atenas, e dedicado à padroeira da cidade, Athenea Párthenos. A construção foi criada pelos arquitetos Calícrates e Ictinos, e é comandada por Fídias. As suas linhas arquitetónicas serviram de inspiração para a construção de muitos outros edifícios em todo o mundo.
     
  • Religião
  • A mais alta montanha da Grécia, o Monte Olimpo, onde os gregos antigos acreditavam ser a morada dos Doze Deuses. Os gregos praticavam um culto politeísta antropomórfico, em que os deuses poderiam envolver-se em aventuras fantásticas. Não havia dogmas e os deuses possuíam tanto virtudes quanto defeitos, o que os assemelhava aos mortais no aspecto de personalidade. Para relatar os feitos dos deuses e dos heróis, os gregos criaram uma rica Mitologia. Normalmente, as cerimónias públicas, mesmo de cunho político, eram antecedidas por práticas religiosas, o que reflete a importância da religião entre os gregos antigos. Mas essa religião foi superada pela Filosofia. Entre as divindades cultuadas estavam: Zeus (senhor dos deuses), Hades (deus do mundo inferior), Deméter (deusa da agricultura), Posídon (deus do mar), Afrodite (deusa do amor), Apolo (deus do sol e das artes), Dionísio (deus do vinho), Atena (deusa da sabedoria), Artêmis (deusa da caça e da lua), Hermes (deus das comunicações), Hera (protetora das mulheres) e muitas outras. Além dos grandes santuários como os de Delfos, Olímpia e Epidauro, havia os oráculos que também recebiam grandes multidões, pois lá se acreditava receber mensagens diretamente dos deuses. Um exemplo claro estava no Oráculo de Delfos, onde Pítia (sacerdotisa do templo de Apolo) entrava em transe e pronunciava palavras sem nexo que eram interpretadas pelos sacerdotes, revelando o futuro dos peregrinos. Outro facto muito interessante era a existência dos homogloditas, eles utilizavam a argila para a construção de estatuetas como uma oferenda aos deuses gregos, geralmente ao Dionísio, deus da humildade e da realeza.
Bibliografia :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga#Cultura

Trabalho realizado por:
Beatriz Quintos

Demóstenes

Demóstenes viveu no período de 384a.c e 322 a.c, vivia em Atenas e era orador e proeminente. Quanto tinha sete anos Demóstenes perdeu  o pai e a sua herança foi roubada pelos seus tutores, tentou recorrer a processos para recuperar a sua herança e recuperou alguns dos seus bens mas não todos.
Demóstenes
Ele tinha uma dicção não muito boa que não ajudou o seu futuro como tribuno. Tentou eliminar este defeito, e fez vários sacrifícios. Ele esteve também interessado nos cargos da cidade.
Quando entrou para um cargo político, por volta dos 30 anos, Demóstenes ganhou o cargo de chefe de partido de resistência à Macedónia. Com a derrota dos atenienses em Queroneia, ele perdeu-se durante alguns anos.
Teve na mão vários cargos políticos até que participou na embaixada da paz de Filócrates. Uniu várias povoações gregas para combater com os macedónios, mas depois de Felipe II, batalha que lutou como soldado, voltou a estar interessado nos assuntos da cidade. 
Passados alguns anos foi acusado de corrupção "Caso Harpalo" que o obrigou a exilar-se.
Ficou conhecido por ser o pai da oratória, o que conseguiu apesar da sua gaguez.
Webgrafia:

Trabalho realizado por:
Rodrigo feliciano

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sócrates

Sócrates
Sócrates viveu em Atenas, numa época de grande esplendor cultural da Grécia Antiga. Tornou-se um dos principais pensadores e era considerado um dos homens mais sábios e inteligentes da sua época. Foi o fundador da filosofia ocidental.
Nasceu em 469 a.C. nas planícies do monte Licabeto, próximo de Atenas, descendia de família humilde, era filho de Sophroniscus, um escultor, e de Phaenarete, uma parteira. Recebeu uma educação tradicional, ginástica e música, e durante algum tempo exerceu o ofício de seu pai, mas mais tarde terá começado a interessar-se sobre o conhecimento de si e do Homem em geral. Sócrates foi casado com Xântipe, que era bem mais jovem que ele, e teve um filho, Lamprocles. Há relatos de que o casal possivelmente teve mais dois filhos, Sophroniscus e Menexenus.
Sócrates não deixou nenhuma obra escrita, seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo. Conhecemos os seus pensamentos e ideias através das obras de dois dos seus discípulos: Platão e Xenofontes.
O seu pensamento desenvolveu-se a partir de 3 grandes ideias:
  • A crítica aos sofistas;
  • A arte de perguntar;
  • A consciência do Homem.
O povo ateniense não aceitava muito bem os seus pensamentos e ideias inovadoras pois eram contrárias ao funcionamento da sociedade ateniense, acusavam-no de desrespeitar os deuses e de corromper a juventude. Foi preso e condenado à morte em 399 a.C., bebeu a cicuta (veneno), preferindo morrer a desistir da sua missão de procurar a verdade.
Foi considerado um dos maiores génios de todos os tempos, permaneceu na história ao longo dos anos, como um exemplo de um homem que viveu de acordo com os seus princípios, mesmo pagando com a própria vida.
Aqui ficam algumas das suas famosas citações:
- “ Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.”
- “ Só sei que nada sei.”
- “ Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.”

Webgrafia:
http://pensador.uol.com.br/socrates_frases/
http://www.suapesquisa.com/socrates/
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates
Bibliografia:
“História sete”

Trabalho Realizado Por:
Carolina Barroso, Nº9 

Eurípedes

Eurípedes viveu na Grécia, no século V a.C. Os Gregos acreditava numa religião Politeísta e os cidadãos deste período apreciavam a arte e as festas.

Eurípedes
Eurípedes nasceu em 480 a.C.na ilha grega de Salamina. Morreu em 406 a.C. na cidade de Pela, na Macedónia.
Não se sabe muito da sua vida. Foi casado duas vezes.
Ele era melancólico, reservado e pouco sociável. Tinha o costume de meditar sozinho numa gruta em frente ao mar.
Trabalhou cinquenta anos no teatro, e escreveu 92 peças, mas só conquistou cinco prémios, o quinto só lhe foi concedido após a sua morte.
Ao lado de Sófocles e Ésquilo, Eurípedes é considerado um dos grandes poetas trágicos gregos. De acordo com estudiosos do período, pensa-se que escreveu cerca de 92 peças trágicas. Porém, apenas 18 chegaram até à nossa época.

As suas melhores peças foram:
Alceste;
Medéia;
Os Heráclidas;
Hipólito;
Andrômaca;
Hécuba;
As Suplicantes;
Electra;
Héracles;
As Troianas;
Ifigênia em Táuris;
Íon;
Helena;
As Fenícias;
Orestes;
As Bacantes;
Ifigênia em Áulis.

Foi um alvo permanente dos poetas cómicos, especialmente de Aristófanes. As suas obras foram sobre Tragédias algumas incompletas. Os mitos, para Eurípedes eram apenas elementos vitais para as tragédias. Eurípedes não fazia peças acerca dos deuses ou da realeza, mas sobre as pessoas reais, colocava camponeses ao lado de príncipes. Ele falava da realidade, as críticas falavam dos excluídos da sociedade, das mulheres, dos escravos e dos velhos.
Passou os últimos tempos da sua vida na Macedónia, na corte. Segundo a história sofreu uma morte trágica, os cães de caça do rei despedaçaram-no. Morreu em 406 a.C. na cidade de Pela na Macedónia.

Webgrafia:
Bibliografia:
Manual História Sete

Trabalho Realizado Por:
Claúdio Nussbaumer

As Erínias

As Erínias surgiram das gotas de sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Elas eram também chamadas Eumênides, que em grego tem o significado de Bondosas ou as Benevolentes.
Erínias
Os seus nomes são Alecto, a encolerizada, que se ocupa de punir os crimes morais como a soberba, a ira e a cólera espalhando pestes e maldições e perseguindo os criminosos com tochas não permitindo que dormissem sossegados. Megaira, que representa o rancor, a inveja a cobiça e o ciúme, persegue principalmente os criminosos do matrimonio, isto é os que praticam o adultério e a infidelidade. Tisífone vingava-se de quem cometia homícidios. Os homens tinham muito receio delas e por isso fugiam da sua presença. Elas eram forças primitivas da Natureza que se ocupavam de vingar os crimes.
As Erínias eram horrendas com asas de morcego, dos seus olhos escorria sangue em vez de lágrimas e os seus cabelos tinham madeixas entrançadas de serpentes, muitas vezes faziam-se acompanhar deste animais, armadas de chicotes e de tochas acessas.
Elas viviam nas profundezas do tártaro e tinham como principal função castigar os crimes cometidos, torturando almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone.
A população para não atrair a sua raiva a si, intitulou-as de bondosas. Em Atenas usava-se como expressão Semnai Theai ou então deusas veneradas. Segundo a versão de Ésquilo, as Erínias são filhas da deusa Nix a deusa da noite e na sua peça elas são só três. Mas de acordo com outras versões vivem no inframundo onde descansam até que as chamem de volta à Terra.

Webgrafia:
http://pt.eravo.com/Erínias

Trabalho Realizado Por:
Sandra Malveiro 

Aristóteles


Aristóteles nasceu 384 anos a.C. em Estagira, próximo de Pela, a capital da Macedónia. Em 373 anos a.C. morreram os seus pais, Aristóteles vai viver com a sua irmã em Mísia. O cunhado vai ser o seu tutor e torna-se amigo de Hérmias que vai ser o tirano de Assos. Aos 17 anos (367anos a.C.) Aristóteles frequenta a academia de Platão, em Atenas.
Alexandre, filho de Filipe da Macedónia nasce 356 anos a.C. Platão morre 347 anos a.C.. Aristóteles não aceita Espeusipo como novo director da Academia e parte para Assos, onde governa Hermias. Quando este morre ele vai para Mitilene, na ilha de Lesbos.  Aos 41 anos (343 anos a.C.) Aristóteles parte para Pela, a fim de se ocupar da instrução de Alexandre. Em 340 anos a.C. ou seja aos 44 anos Aristóteles volta para a sua terra natal, Estagira.  Durante 5 anos cria as suas propriedades.
Filipe da Macedónia é assassinado em 336 anos a.C.. Sucede-lhe Alexandre. Aos 335 anos a.C. (49 anos) Aristóteles abre um Liceu, em Atena, Alexandre financia-lhe a construção e manutenção da escola. Em  323 anos a.C. Morre Alexandre nessa altura Aristóteles tem 61 anos e é perseguido pelos gregos, foge para a ilha Eubeia, onde a sua mãe vive. Em 322 anos a.C. Aristóteles  morre na ilha Eugeia com 62 anos, no mesmo ano em que morre Demóstenes.
 Aristóteles tem algumas obras como por exemplo livros de lógica, livros de física, livros de psicologia, livros de biologia, livros de metafísica, livros de ética, livros de política, livros sobre a linguagem e a estética .
Webgrafia:
http://afilosofia.no.sapo.pt/Aristoteles.htm
http://www.vidaslusofonas.pt/aristoteles.htm
Trabalho Realizado Por:
Maria Madalena Nunes Catarino    Nº17  

Medusa

Perseu com a cabeça da Medusa
A Medusa era uma das três irmãs górgonas, era filha de Fórcis e Ceto. Quem olhasse diretamente para ela era transformado em pedra; a Medusa, ao contrário das suas irmãs, era mortal e, um dia, foi decapitada por Perseu, que utilizou a sua cabeça como arma.
Perseu, mais tarde entregou a cabeça à deusa Atena, que a colocou no seu escudo. A Medusa servia para afugentar o mal conhecido como Gorgoneion.
Medusa foi uma donzela mas, um dia, Medusa deitou-se com Poseidon, o deus dos mares no templo de Atenas; a deusa, enfurecida transformou o seu cabelo em serpentes e pôs a sua cara tão feia que quando alguém olhasse para ela se transformaria em pedra.
Perseu tinha a missão de trazer a cabeça de Medusa. Perseu fê-lo utilizando umas sandálias que lhe dava o elmo da invisibilidade, uma espada e um escudo espelhado que permitia Perseu ver o reflexo de Medusa sem se transformar em pedra. Quando separou a cabeça do pescoço da Medusa, nasceram dois animais: o cavalo alado, Pégaso e o gigante dourado Crisaor.
Medusa
Algumas das taças de vinho atenienses nos meados do século VI a.C. apresentavam o seguinte aspeto: cerca da berma, no interior da taça, desenhavam-se cachos de uvas, não deixando dúvidas que naquela taça se servia apenas vinho; já perto do fundo, estão desenhadas em todo o contorno umas figuras negras de rapazes nus a servirem vinho aos convidados, enquanto que na base da taça, estava estampado o símbolo da Górgona, ou seja, quem bebesse por essas taças, no momento em que o vinho chegasse a um nível onde que era permitido poder-se ver as figuras negras, os servidores desnudados, significava que a taça necessitava de ser enchida; a cabeça da Górgona depositada no fundo, seria uma mensagem humorística que indicava ao convidado manter a taça do vinho sempre cheia durante a festa, caso contrário, viria a figura da Górgona desvendada e seria transformado em pedra.
Um rei, da cidade grega de Argo, uma noite sonhou que o seu futuro neto o iria assassinar, então prendeu a sua filha, chamada Danae, numa torre que a impedisse de se casar e ter filhos (o neto que iria assassinar o rei). Zeus fez diminuir o sofrimento da princesa e mandou um deus lá, que disse: " Não temas, bela donzela. Sou um deus poderoso e vi o que o teu pai  te fez. O teu sofrimento e resignação fizeram-me querer fazer de ti a minha esposa". Transformou a torre num lugar maravilhoso, com sol e cheio de flores. 9 meses depois, nasceu Perseu. O rei com medo pôs a sua filha e o seu neto numa caixa de madeira no mar. Zeus, o pai fez a caixa ir ter a uma ilha chamada Serifo. Ditti, um sábio da ilha, encontrou a caixa, abriu-a e encontrou Perseu e Danae e ai ela encontrou paz! Mas mais tarde apareceu Polidette, o rei da ilha, que se apaixonou por Danae. Perseu cresceu e Danae continuou rejeitando o pedido do rei, ele perdeu a paciência e descarregou a sua raiva em Perseu dizendo que devia matar a Medusa em forma de agradecimento à hospitalidade que ele e a sua mãe lhe deram. O rei pensava que Danae, para o filho não correr perigo casava com ele, mas Perseu foi porque sabia que se não fosse a sua mãe morria.




Webgrafia:
http://medusaanjodemonio.blogspot.com/2005/12/origem.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Medusa
http://wwwmuciovicente.blogspot.com/2010/04/historia-de-perseu-e-medusa.html

Trabalho Realizado Por:
André Palmeiro, nº 5